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Producao de agregados gelatinosos em culturas de microalgas de um reservatorio eutrofizado.

Processo: 03/02793-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2003
Vigência (Término): 31 de março de 2005
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal
Pesquisador responsável:Armando Augusto Henriques Vieira
Beneficiário:Pedro Ivo Coelho Ortolano
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:99/07766-0 - Produção e destino dos polissacarídeos extracelulares de origem algal em um reservatório eutrofizado do rio Tietê (estudo de processo), AP.TEM
Assunto(s):Microalgas   Exopolissacarídeos   Agregados

Resumo

Agregados gelatinosos são partículas ubíquas em todos os oceanos do mundo, formadas por uma matriz gelatinosa à qual estão agregadas partículas sólidas, como células algais vivas ou mortas, bactérias e detritos. Este trabalho se propõe a estudar o potencial de algumas das principais espécies fitoplanctônicas (Anabaena spiroides, Aulacoseira granulata e Microcystis aeruginosa) do reservatório de Barra Bonita, no Rio Tietê, bem como de seus polissacarídeos extracelulares, na formação de agregados. Essas partículas são importantes, nos oceanos, no transporte do carbono para o fundo, no ciclo biológico de diatomáceas e no ciclo do carbono pela da cadeia trófica, no transporte de metais, nutrientes e, substâncias tóxicas, como pesticidas que a elas podem se agregar. Este estudo justifica-se pela enorme escassez de dados referentes a ambientes de água doce e por se inserir em um projeto temático que estuda a interação dos polissacarídeos extracelulares de origem algal com o meio ambiente no reservatório citado (FAPESP, Processo no. 99/07766-0). A produção de agregados pelas espécies em culturas será feita por um floculador de Couette, um aparelho no qual podem ser experimentalmente estabelecidas diferentes velocidades médias de gradiente de cisalhamento (G, s-1), necessárias para a formação dos agregados. A quantificação dos agregados será feita por contagem de células retiradas das suspensões pela agregação e conteúdo de carbono das partículas formadas. (AU)