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Arte trágica e filosofia dionisíaca em Nietzsche

Processo: 03/03070-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2003
Vigência (Término): 31 de agosto de 2005
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia
Pesquisador responsável:Scarlett Zerbetto Marton
Beneficiário:Marcio Jose Silveira Lima
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Artes   Tragédia (gênero)   Friedrich Nietzsche

Resumo

Nosso projeto de pesquisa visa a investigar as razões pelas quais Nietzsche, nos textos tardios que escreve sobre o nascimento da tragédia, assume posições aparentemente contraditórias. Assim, no Ensaio de autocrítica, ele faz à obra censuras por ter defendido nela uma forma de metafísica, mas, por outro lado, afirma, no Crepúsculo dos ídolos, que, com sua concepção inicial da tragédia grega, já havia dado o primeiro passo para a transvaloração de todos os valores. É nossa hipótese que Nietzsche, nos textos tardios, procura condenar, sobretudo sua postura inicial, a de ter-se deixado influenciar demasiadamente por Schopenhauer. Nesse sentido, ao romper com seu mestre, ele entende que seu livro sobre a tragédia grega, a despeito desta influência, já apontava para teses inteiramente novas e que diziam respeito às suas próprias intuições. Por isso pôde tanto condenar o livro em certos aspectos, quanto sustentar que nas suas teses sobre os gregos havia elementos que apareceriam em suas últimas obras. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
LIMA, Marcio Jose Silveira. Filosofia e tragédia. Um exame do dionisíaco na obra de Nietzsche\". 2005. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas São Paulo.

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