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Modulação de rodopsina por endotelina em células de eritroforoma GEM-81 de Carassius auratus e em melanócitos B16 de Mus musculus

Processo: 04/03320-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2004
Vigência (Término): 31 de julho de 2006
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada
Pesquisador responsável:Ana Maria de Lauro Castrucci
Beneficiário:Gláucia Jansen da Re Lopes
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:01/02460-1 - Melanopsina: fisiologia comparativa do gene e da transdução do sinal luminoso em células pigmentares de peixes, anfíbios e mamíferos, AP.TEM
Assunto(s):Expressão gênica   Endotelinas   Rodopsina   Vertebrados   Células de eritroforoma   GEM-81

Resumo

As mais diversas espécies animais são capazes de adaptação cromática frente a estímulos ambientais, dentre eles a presença (ou ausência) de luz, cor do substrato e interações intra e interespecíficas. Essa adaptação depende de células pigmentares tegumentares ou cromatóforos, originárias da crista neural embrionária. Diversos hormônios e fatores de ação parácrina atuam na regulação da mudança de cor em vertebrados. Dentre esses fatores, pode-se citar as endotelinas, que além de sua ação vasoconstritora, têm sido reconhecidas como participantes da regulação da migração e/ou produção de pigmentos em diversos grupos animais. Resultados recentes de nosso laboratório indicam que tanto as células GEM-81 como as B16 expressam rodopsina, um fotopigmento presente nos bastonetes dos olhos dos vertebrados. Ao determinarmos o efeito da luz visível sobre a proliferação destas células, foi verificado que a iluminação inibiu sua proliferação. Isso sugere que ambas as linhagens são fotossensíveis e que a rodopsina é provavelmente funcional. Além disso, demonstramos a presença de receptores para endotelina ETB na linhagem GEM-81 e ETA em B16. A clonagem de receptores de endotelina nessas células e evidências de que as endotelinas agem em células cromáticas faz com que seja necessária a realização de estudos comparativos que verifiquem a modulação da rodopsina por endotelinas em células pigmentares de teleósteos e mamíferos. (AU)