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A figura do bandido no novo cinema brasileiro.

Processo: 03/11434-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2004
Vigência (Término): 31 de agosto de 2005
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Artes - Cinema
Pesquisador responsável:Marcius Cesar Soares Freire
Beneficiário:Ana Cláudia Taú
Instituição-sede: Instituto de Artes (IA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Cinema marginal   Cinema novo

Resumo

O presente projeto visa a entender como é constituída a imagem do bandido em filmes brasileiros recentes, comparando-a com a figura do bandido social do Cinema Novo e Marginal. O trabalho parte do pressuposto que existe uma releitura da figura do bandido social dos anos 60 nos filmes brasileiros da atualidade. No percurso, busca compreender o recente quadro do nosso cinema que, impulsionado pela Lei do Audiovisual de 1993, vem se deparando com novos desafios estéticos, mercadológicos e tecnológicos provenientes do processo de globalização. Foram escolhidos para análise quatro filmes, todos de temática urbana, tendo como locação duas metrópoles brasileiras: São Paulo e Rio de Janeiro. Os filmes cujas histórias se passam na cidade do Rio de Janeiro são: A Grande Cidade (Cacá Diegues, 1966) e O Primeiro Dia (Walter Salles e Daniela Thomas, 1998). Nos outros filmes, o palco dos acontecimentos é São Paulo; são eles: O Bandido da Luz Vermelha (Rogério Sganzerla, 1968) e o O Invasor (Beto Brant, 2001). (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
TAÚ, Ana Cláudia. A figura do bandido no Novo Cinema Brasileiro. 2005. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Artes.

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