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Papéis de oxidantes e radicais livres em esclerose lateral amiotrófica implicações em outros processos neurodegenerativos

Processo: 04/03781-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2005
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Ohara Augusto
Beneficiário:Danilo Bilches Medinas
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:00/02949-8 - Espécies reativas derivadas de oxigênio, nitrogênio e de carbono: interações e relevância em processos fisiopatológicos, AP.TEM
Assunto(s):Moléculas bioativas   Espécies de oxigênio reativas   Degeneração neural   Esclerose amiotrófica lateral   Superóxidos   Radicais livres

Resumo

A esclerose lateral amiotrófica (ALS) é uma doença neurodegenerativa fatal caracterizada pela perda progressiva dos neurônios motores. Os casos familiares mais conhecidos são devidos à mutações no gene que codifica a enzima superóxido dismutase dependente de cobre e zinco (SOD). A doença conta com modelos animais e celulares sendo adequada para explorar o papel de oxidantes e radicais livres na sua progressão. No presente projeto tais papéis serão examinados pelo estudo in vitro das atividade peroxidásica e peroxinitrito sintase das SOD mutantes; tais atividades serão correlacionadas as afinidades das SOD por cobre e zinco. Em neuroblastomas expressando uma das SOD mutantes, será examinada a re-entrada no ciclo celular/apoptose frente a estímulos de fatores de crescimento e estresse. Nessas células e em ratos transgênicos acompanharemos alguns parâmetros de estresse oxidativo/nitrosoativo. Estes servirão de base para acompanhar o efeito de antioxidantes não clássicos, particularmente tempol e urato, na evolução da doença. Deve-se notar que nos últimos anos estudamos a atividade peroxidásica da SOD bovina (Bonini et al, Biochemistry 43, 344, 2004) e os mecanismos pelos quais urato e tempol atuam contra espécies reativas (Augusto et al, Free Radie. Biol. Med. 32, 841, 2002; Fernandes et al, J. Biol. Chem, submetido). (AU)

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