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Impacto da preservação parassimpática sobre os apectos morfofuncionais cardíacos em ratos infartados

Processo: 04/09941-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2005
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Maria Claudia Costa Irigoyen
Beneficiário:Raquel Nitrosi de La Fuente
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:01/00009-0 - Estudo integrado da hipertensão arterial: caracterização molecular e funcional do sistema cardiovascular, AP.TEM
Assunto(s):Infarto do miocárdio   Colinérgicos   Brometo de piridostigmina   Nervo vago   Bradicardia

Resumo

As doenças cardiovasculares apresentam em particular o comprometimento do sistema nervoso autônomo. Entretanto, existe um consenso de que a função vagal preservada é benéfica na manutenção da variabilidade da pressão arterial. O Brometo de Piridostigmina, inibidor da acetilcolinesterase de ação periférica, em indivíduos sadios leva a bradicardia, aumento da variabilidade da freqüência cardíaca e inibição das respostas hemodinâmicas ao estresse físico e mental sem prejudicar a função miocárdio. Experimentalmente, atenua o consumo de oxigênio pelo miocárdio evocado após estimulação simpática central, indicando um papel protetor nas alterações cardiovasculares dependentes da hipoatividade vagal ou do desequilíbrio autonômico sobre o coração, como já observado na patologia após o infarto. A hipótese testada no projeto é de que a preservação da função parassimpática pelo bloqueio da degradação de acetilcolina é capaz de atenuar a disfunção ventricular e a magnitude da lesão após o infarto do miocárdio. Desta forma, o projeto tem como objetivo avaliar os efeitos hemodinâmicos o bloqueio da degradação de acetilcolinesterase diferentes tempos de infarto, estudando a atividade da via parassimpática e seus receptores, além da progressão da lesão. Para isso serão utilizados ratos Wistar machos adultos em quatro grupos: normais, normais tratados, infartados e infartados tratados (em tempos de 7, 21 e 42 dias de tratamento com piridostigmina) que serão submetidos a medidas hemodinâmicas/funcionais, histológicas e bioquímicas. (AU)