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Expressão gênica diferencial na glândula hipofaringea de Apis mellifera: polietismo etário, modulação hormonal e síntese de geléia real

Processo: 04/11938-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2005
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos
Pesquisador responsável:Zilá Luz Paulino Simões
Beneficiário:Carlos Henrique Lobo
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:99/00719-6 - Abelhas africanizadas: análise integrada do processo de africanização de Apis mellifera com foco sobre determinantes da fertilidade de zangões, rainhas e operárias, AP.TEM
Assunto(s):Expressão gênica diferencial   Apis mellifica   Polietismo etário   Fisiologia animal

Resumo

Em A. mellifera a diferenciação de castas está associada ao tipo de alimentação que a larva recebe. Assim, as rainhas desenvolvem-se a partir de larvas alimentadas com geléia real e as operárias, a partir de larvas alimentadas com néctar, pólen e secreções glandulares a partir do terceiro dia de vida. Esta secreção glandular - geléia real - é produzida pelas glândulas hipofaríngeas. Nas operárias adultas, esta glândula é totalmente funcional quando a operária está auxiliando a colméia como nutris, alimentando as larvas e a rainha. As células glandulares estão vazias ou atrofiadas em abelhas que estão coletando pólen e néctar (fase forrageira), sua última tarefa. As glândulas hipofaríngeas ilustram as mudanças fisiológicas que ocorrem com a mudança de função das operárias. Estas glândulas podem ser um excelente indicador do polietismo etário, das fases jovem e do envelhecimento, constituindo um importante modelo experimental. Assim este projeto pretende descrever o perfil da expressão gênica destas glândulas, destacando principalmente os genes ligados à produção de geléia real. Esta família de genes (Major Royal Jelly Proteins, MRJP) foi objeto dos primeiros estudos genômicos em abelhas. Mas além da síntese destas proteínas a glândula exerce outras funções, inclusive a captação de vitelogenina (principal proteína da reprodução) para conversão em alimento larval. Já em operárias mais velhas, especialmente forrageiras, cessa a expressão dos genes mrjp, e inicia a produção de enzimas relacionadas à transformação do néctar em mel. Os genes codificadores destas enzimas, por exemplo, ainda não foram investigados. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
LOBO, Carlos Henrique. Determinantes moleculares do polietismo sequencial em Apis mellifera. 2009. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Ribeirão Preto.

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