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Quantificação e caracterização morfológica de células-tronco do cordão umbilical e sangue periférico de cães Golden retriever para tratamento da distrofia muscular

Processo: 04/11612-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2005
Vigência (Término): 22 de novembro de 2006
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária
Pesquisador responsável:Maria Angelica Miglino
Beneficiário:Carla Fabiana Casagrande
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:98/14254-2 - Centro de Estudos do Genoma Humano, AP.CEPID

Resumo

Células tronco são células primitivas capazes de se transformar em diferentes tipos de tecidos incluindo, cerebral, cardíaco, ósseo, muscular, cutâneo e hepático. Até recentemente, acreditava-se que essas células somente podiam ser obtidas através de embriões (células tronco embrionárias). Porém, as células tronco do cordão umbilical tem se tornado uma alternativa viável e de sucesso no tratamento de muitas patologias, incluindo a insuficiência cardíaca, os diferentes tipos de distrofia muscular, doenças auto-imunes e distúrbios hematopoiéticos. Uma das possibilidades que verificamos, estaria voltado à utilização das células tronco umbilicais, no tratamento da Distrofia Muscular de Duchenne, um tipo de distrofia grave, e comum que acomete 1/3500 nascimentos masculinos. O objetivo deste tratamento seria repopular as células musculares produtoras da proteína distrofina. Um tipo de distrofia muscular homóloga à de Duchenne ocorre no cão. A Raça Golden Retriever tem sido a mais estudada, pois o quadro clínico da doença nesses cães é muito semelhante ao que ocorre com os meninos acometidos pela distrofia de Duchenne. Esse projeto tem como objetivo quantificar e classificar morfologicamente as células tronco hematopoiéticas do cordão umbilical e de sangue periférico de cães Golden Retriever recém nascidos aos 7, 14, 21 e 28 dias, avaliando se o número de células viáveis obtidas na coleta é suficiente para o transplante e posterior repopulação celular do tecido muscular. (AU)