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Participacao da via heme oxigenase-monoxido de carbono na tolerancia ao lps em ratos.

Processo: 05/54034-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2005
Vigência (Término): 30 de abril de 2007
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Luiz Guilherme de Siqueira Branco
Beneficiário:Maria Stella Gaspar Gomes Raffaini
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:02/11766-0 - Controle neuroquímico da temperatura corporal, AP.TEM
Assunto(s):Monóxido de carbono   Lipopolissacarídeos   Febre   Temperatura corporal

Resumo

Febre, por definição é um aumento regulado na temperatura corporal e seu estudo é fundamentado pela grande influência que a mesma exerce sobre as funções fisiológicas e pelo fato de que, a alteração na temperatura corporal (Tc) é um sintoma importante de mudanças no estado de saúde. Diversos estudos têm sido feitos para identificar os mecanismos envolvidos na febre e, até então, acredita-se que febre seja o resultado da produção de mediadores endógenos (pirógenos endógenos) e conseqüente geração de prostaglandinas (PGs). A descoberta do fator de relaxamento endotelial em 1980, posteriormente identificado como o gás óxido nítrico (NO), certamente iniciou uma revolução no entendimento dos mecanismos envolvidos em diversos processos fisiológicos e fisiopatológicos, inclusive a febre. Já no início da década passada, outro gás, o monóxido de carbono (CO) emergiu como um importante agente neurotransmissor ou neuromodulador, agindo de maneira semelhante ao NO. A síntese endógena de CO dá-se por meio da clivagem do grupamento heme pela enzima heme oxigenase, gerando CO, biliverdina e ferro livre. Recentemente, nosso grupo demonstrou, pela primeira vez, que o CO produzido endogenamente participa da termorregulação. Mais especificamente, nós observamos que o CO produzido pela via da heme oxigenase tem um importante papel no sistema nervoso central para a geração de febre. Entretanto, a ação central do CO, na tolerância ao LPS, ainda não é conhecida. Com isto, o presente projeto visa estudar o papel do CO na atenuação da resposta febril, em resposta à repetidas administrações LPS em ratos. (AU)