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Estudo do potencial neutralizante do soro equino hiperimune anti-esfingomielinases d recombinantes das aranhas loxosceles.

Processo: 05/51998-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2006
Vigência (Término): 31 de julho de 2007
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunoquímica
Pesquisador responsável:Denise Vilarinho Tambourgi
Beneficiário:Daniel Manzoni de Almeida
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Imunização passiva   Loxosceles   Hemólise   Venenos

Resumo

As aranhas do gênero Loxosceles são conhecidas popularmente como "aranhas-marrons" e podem ser encontradas tanto em regiões temperadas quanto tropicais. No Brasil habitam sete espécies, sendo três de importância média: L. gaúcho, L. intermedia e L. laeta que são responsáveis por mais de dois mil casos de envenenamento por ano. O loxoscelismo pode manifestar-se de duas formas clínicas diferentes: cutânea e sistêmica, com o desenvolvimento de necrose no local da picada; hemólise, coagulação intravascular e danos renais, respectivamente. Para o tratamento do envenenamento por aranhas Loxosceles, em alguns países, não foi estabelecida uma terapia eficaz. No Brasil, a terapia é realizada utilizando o soro anti-aracnídico produzido pelo Instituto Butantan, no entanto, a produção desse soro é bastante dificultada pela escassez de veneno de Loxosceles. O laboratório de imunoquímica clonou e expressou algumas toxinas recombinantes dos venenos de L. intermedia (P1 e P2) e L. laeta (SMase I) e em colaboração com a Divisão de Produção do Instituto Butantan está produzindo um soro anti-esfingomielinases D desses veneras. O objetivo do presente projeto é analisar comparativamente o potencial neutralizante dos soros eqüinos anti-aracnídico e anti-esfingomielinases D recombinantes frente aos venenos das aranhas Loxosceles de importância médica no Brasil. (AU)