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Efeito da temperatura febril sobre a função de células dentríticas derivadas de monócitos sanguíneos humanos

Processo: 03/09276-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2004
Vigência (Término): 30 de setembro de 2006
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Jose Alexandre Marzagão Barbuto
Beneficiário:Andreia Rodrigues Neves
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Células dendríticas   Febre   Temperatura corporal

Resumo

As células dendríticas (DCs) são as principais células apresentadoras de antígenos, pois possuem uma habilidade única de ativar linfócitos T "naive". Embora a diferenciação e maturação in vitro de DCs sejam extensamente estudadas, poucos trabalhos investigaram a influência da elevação da temperatura sobre estas células. Além disso, enquanto os mecanismos que levam à febre são conhecidos, pouco se sabe sobre quais benefícios a elevação térmica pode ter sobre a resposta imune. Isto é surpreendente, já que a febre é uma resposta fortemente conservada, está constantemente associada à ocorrência de doenças infecciosas e sua ausência pode diminuir a sobrevivência frente a infecções. Estudos preliminares realizados por nosso grupo, aliados aos dados da literatura, sugerem que a elevação da temperatura pode modular a estimulação de DCs e interferir na resposta imune adaptativa. Embora os mecanismos pelos quais a febre atue sobre as DCs não sejam conhecidos, é possível que estejam relacionados à expressão de proteínas do choque térmico (HSP), já que estas proteínas estão intimamente associadas à elevação da temperatura e são conhecidas estimuladoras de DCs. Uma vez que a febre é um dos mais comuns fatores associados a infecções e poderia modular a ativação de DCs, nosso objetivo é verificar se a estimulação de DCs por uma temperatura febril pode alterar a resposta imune induzida por estas células e se estas alterações são dependentes da expressão de HSP. Especificamente, o modo de apresentação do antígeno (aumento ou não da apresentação cruzada), o tipo de célula respondedora (T CD4+ ou T CD8+), o perfil de citocinas e o resultado da estimulação linfocitária (estimuladora/tolerogênica) induzida por DCs expostas a uma temperatura febril. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
NEVES, Andreia Rodrigues. Efeito da temperatura febril sobre o fenótipo e função de células dendríticas derivadas de monócitos sangüineos.. 2008. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas São Paulo.

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