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Avaliação do tratamento de defeitos de rebordo alveolar com regeneração ossea guiada : estudo histometrico em cães

Autor(es):
Juliana Bezerra Saldanha
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Instituição: Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Odontologia de Piracicaba
Data de defesa:
Membros da banca:
Sebastiao Luiz Aguiar Greghi; Marcio Zaffalon Casati
Orientador: Francisco Humberto Nociti Junior
Resumo

O objetivo do presente estudo foi avaliar, histometricamente, a regeneração óssea de defeitos criados cirurgicamente em rebordos alveolares edêntulos de cães tratados ou não, pelo princípio da regeneração óssea guiada. Foram utilizados nove cães, sem raça definida, fêmeas, que tiveram seus primeiros, segundos e terceiros molares (M1, M2, M3) extraídos bilateralmente. Após três meses, um defeito ósseo de três paredes foi criado bilateralmente na mandíbula, sendo um deles recoberto por uma membrana não reabsorvível de politetrafluoretileno expandido. As dimensões do defeito foram de aproximadamente 8mm no sentido apicocoronário, 12mm no sentido mesiodistal e 8mm no sentido vestibulolingual. Quatro meses após a criação e tratamento dos defeitos ósseos, os animais foram sacrificados, para remoção dos blocos e preparo histológico. A análise histométrica foi realizada quantificando a área, a altura, a largura do osso neoformado e a proporção de tecido ósseo mineralizado. A análise intergrupos revelou diferença estatística significante para os parâmetros área (215,62 + 42,44; 156,33 + 46,85mm2), altura (11,59 + 1,83; 8,64 + 1,42mm) e proporção de tecido ósseo mineralizado (74,19 + 7,74; 81,51 + 6,07%), para o grupo teste e controle respectivamente (p<0,05). Não houve diferença estatística para o parâmetro largura do tecido ósseo neoformado. Dentro dos limites do presente estudo, foi possível concluir que a utilização de membranas não reabsorvíveis no tratamento de defeitos ósseos traz significativos benefícios no reparo ósseo, proporcionando uma maior quantidade de osso neoformado, e promove um retardo no processo de maturação óssea (AU)

Processo FAPESP: 01/06480-7 - Análise do efeito da nicotina sobre a regeneração óssea guiada. estudo em cães
Beneficiário:Juliana Bezerra Saldanha
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado