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Análise e avaliação do hidrograma unitário geomorfológico e geomorfoclimático para pequenas bacias rurais

Autor(es):
Fernando Sergio Amaral Coelho
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Instituição: Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo
Data de defesa:
Membros da banca:
Dirceu Vieira da Silva; Arthur Mattos
Orientador: Abel Maia Genovez
Resumo

Na tentativa de analisar e avaliar metodologias de previsão de respostas hidrólogicas de pequenas bacias hidrográficas, é estudada uma metodologia para gerar o Hidrograma Unitário Geomorfológico (HUG), o qual se baseia na geomorfologia da bacia. São analisadas diferentes formas de se determinar os parâmetros do modelo HUG, usando diferentes escalas de mapas topográficos. Também são avaliados os efeitos da variação de parâmetros do modelo como, por exemplo, a variação da velocidade de escoamento. Para este estudo foram utilizadas três bacias do Estado de São Paulo, com áreas de 38, 67 e 184 km2. Partindo da análise dos mapas topográficos foram calculados os parâmetros do modelo. Das medidas topográficas foram obtidos os parâmetros do modelo geomorfológico de Rodrigues-Iturbe e Valdés, tais como as probabilidades da gota de água cair inicialmente em uma área que drena diretamente para um canal de ordem i e as probabilidades de transição de uma partícula de água de um canal de ordem i para outro de ordem j. Também foi analisada a alternativa de se considerar o valor da velocidade a montante ou não. Foram gerados os hidrogramas de saída, que posteriormente foram comparados com os Hidrogramas Unitários Médios Observados e com os Hidrogramas Unitários(HU) calculados usando os métodos do HU Triangular Geomorfoclimático, o método do HU Triangular do Soil Conservation Service e o método do HU Sintético Regionalizado de Reda. Conclui-se, neste estudo, que o método do HU Regionalizado foi o que apresentou o HU mais próximo do HU observado. Para este estudo, inicialmente, foram utilizados mapas topográficos na escala de 1:50000 e posteriormente nas escalas 1:250000 e 1:10000. Conclui-se que não se deve escolher grandes escalas para bacias com pequenas áreas, pois muitos detalhes da rede de drenagem são perdidos, comprometendo assim uma análise mais apurada. Também não se deve escolher escalas muito baixas, pois além de implicar mais complexidade em riqueza de detalhes não melhorou o resultado. Com relação ao efeito de escala conclui-se que os valores que mais se aproximaram dos observados foram obtidos utilizando-se a escala de 1:50000 (AU)

Processo FAPESP: 95/02195-3 - Análise e avaliação do hidrograma unitário geomorfológico e geomorfoclimático para pequenas bacias rurais
Beneficiário:Fernando Sérgio Amaral Coelho
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado