Busca avançada
Ano de início
Entree


Avaliação histologica e histometrica do uso de membramas não reabsorviveis e reabsorviveis em defeitos periodontais cirurgicamente criados em cães

Autor(es):
Sergio Luis da Silva Pereira
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Instituição: Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Odontologia de Piracicaba
Data de defesa:
Membros da banca:
Alvaro Francisco Bosco; Fernando Reno de Lima; Sergio de Toledo; Francisco Humberto Nociti Junior
Orientador: Enilson Antonio Sallum
Resumo

O objetivo deste trabalho foi comparar, histológica e histometricamente, o processo de cura de defeitos tipo deiscência tratados pela técnica de regeneração tecidual guiada (RTG) com membranas reabsorvíveis de ácido poliláctico e não reabsorvíveis de politetrafluoroetileno expandido (PTFE-e). Seis cães adultos fêmeas de raça indefinida foram utilizados. Defeitos ósseos tipo deiscência foram criados cirurgicamente nas raízes distais dos terceiros e quartos pré molares mandibulares de ambos os lados e expostos ao acúmulo de placa por 3 meses. Após este período, os defeitos foram aleatoriamente designados para um dos tratamentos: RTG com membrana reabsorvível de ácido poliláctico (Grupo 1), RTG com membrana não reabsorvível de PTFE-e (Grupo 2), raspagem e alisamento radicular manual com acesso cirúrgico (Grupo 3) e não tratado (Grupo 4). Após 3 meses do segundo procedimento cirúrgico, os cães foram sacrificados e os espécimes processados para permitir análise histológica e histométrica, incluindo. os seguintes parâmetros: extensão linear do epitélio sulcular e juncional, adaptação do tecido conjuntivo, novo cemento, extensão vertical do novo osso e nova área óssea. Uma extensão linear de novo cemento estatisticamente superior (P<0.05) foi observada nos sítios tratados pela RTG, independente do tipo de membrana utilizada, em comparação com o Grupo 3. Não houve diferença estatisticamente significante entre o Grupo 1 e 2 em todos os parâmetros avaliados, exceto em relação à área de novo osso. O grupo 1 apresentou uma área de novo osso estatisticamente superior a dos outros grupos (P<0.05). Dentro dos limites deste estudo pôde-se concluir que ambas as membranas foram igualmente efetivas em promover nova formação cementária e que a membrana reabsorvível de ácido poliláctico (não-suturada) providenciou uma maior área óssea em relação à membrana não reabsorvível de PTFE-e (AU)

Processo FAPESP: 96/12195-3 - Avaliação histométrica do uso de membranas não reabsorvíveis e reabsorvíveis em defeitos periodontais cirurgicamente criados em cães
Beneficiário:Sérgio Luís da Silva Pereira
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado