Busca avançada
Ano de início
Entree


Plasticidade sináptica e epileptogênese em modelos de epilepsia do lobo temporal em ratos

Autor(es):
Benassi, Simone Kastropil
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: São Paulo. [2004]. 168 f., gráficos, ilustrações, tabelas.
Instituição: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Escola Paulista de Medicina
Data de defesa:
Membros da banca:
Mello, Luiz Eugênio de Araújo Moraes; Guerreiro, Carlos Alberto Mantovani; Longo, Beatriz Monteiro; Leite, Joaõ Pereira; Valle, Angela Cristina do
Orientador: Mello, Luiz Eugênio de Araújo Moraes
Área do conhecimento: Ciências Biológicas - Fisiologia
Indexada em: Base de Dados PHL-UNIFESP
Localização: Universidade Federal de São Paulo. Biblioteca Central da Escola Paulista de Medicina; Tese 8704
Resumo

Objetivo: Replicar os achados de Longo e Mello (1997, 1998, 1999) quanto a dissociação entre o brotamento das fibras musgosas e a gênese das crises espontâneas e recorrentes (CER) através da utilização de um bloqueador de síntese protéica (cicloheximida) em um laboratório diferente daquele em que foram realizados os primeiros estudos, utilizando outro modelo de epilepsia sintomática do lobo temporal (ELT) - a injeção intra-hipocampal de pequenas doses de ácido caínico - e realizar uma detalhada análise eletrográfica a respeito da magnitude do estado de mal epiléptico. Independentemente da discussão dos fenômenos que ocorrem durante o período latente, procuramos interferir nesse processo considerando a proposta conceitual de um contínuo entre plasticidade fisiológica e patológica, em nosso caso a potenciação de longa duração (LTP, do inglês long-term potentiation) e o modelo de epilepsia do kindling. Dessa maneira, propusemo-nos a investigar as conseqüências comportamentais e eletrofisiológicas, no período crônico de dois modelos experimentais de ELT dependentes do estado de mal epiléptico - injeção sistêmica de pilocarpina e ácido caínico - de um tratamento que utilizasse um agente amnéstico, no caso o hidrobrometo de escopolamina, durante o período latente. Resultados: Além de replicarmos os dados de Longo e Mello (1997, 1998, 1999), não encontramos diferenças durante o estado de mal epiléptico entre animais que receberam, ou não, o pré-tratamento com cicloheximida em relação (1) ao limiar de indução por ácido caínico (2) à freqüência de crises eletrográficas e (3) a escala de intensidade de Treiman. Observamos, também, um certo valor preditivo das oscilações ultra-rápidas (250-500 Hz) em relação às CER. Na outra linha de experimentação, constatamos que animais epilépticos que apresentavam mais de 1 crise espontânea ao dia demonstravam falhas no mecanismo de manutenção da LTP, apesar de não existir qualquer problema quanto à sua indução... (AU)

Processo FAPESP: 00/00254-2 - Potencial antiepiléptico de intervenções sobre o sistema colinérgico
Beneficiário:Simone Kastropil Benassi
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado