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Conexões eferentes do núcleo caudal linear da rafe: um estudo com a técnica da leucoaglutinina do Phaseolus vulgaris (Pha-l) no rato

Autor(es):
Vilibor, Renata Hydee Hasue
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: São Paulo. [2005]. 99 f.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas
Data de defesa:
Membros da banca:
Lagnado, Sara Joyce Shammah; Xavier, Gilberto Fernando; Metzger, Martin Andreas; Canteras, Newton Sabino; Felício, Luciano Freitas
Orientador: Lagnado, Sara Joyce Shammah
Área do conhecimento: Ciências Biológicas - Fisiologia
Indexada em: Banco de Dados Bibliográficos da USP-DEDALUS
Localização: Universidade de São Paulo. Biblioteca do Instituto de Ciências Biomédicas
Resumo

O núcleo caudal linear da rafe (CLi) contém neurônios dopaminérgicos do grupo A10 e serotoninérgicos do grupo B8, tendo sido considerado parte da área tegmental ventral (VTA) ou da rafe mesencefálica. Suas eferências foram estudadas no rato com a técnica da leucoaglutinina do Phaseolus vulgaris. Além da VTA, o CLi, via fascículo prosencefálico medial, inerva densamente o hipotalámo lateral, os núcleos septal lateral e septohipocampal, a concha medial do acumbens, o tubérculo olfatório medial e, moderamente, os córtices infra- e pré-límbico, piriforme e entorrinal lateral, o núcleo amigdalóide basolateral posterior, a amígdala expandida central, a transição amígdalo-piriforme e o núcleo reuniens. Via sistema periventricular, ele inerva o núcleo dorsal da rafe, a substância cinzenta central e os núcleos médio-dorsal e da linha média do tálamo. Caudalmente, o CLi inerva o núcleo tegmental pedúnculo pontino, a área parabraquial, a região pericerúlea. Assim, o CLi inerva um subconjunto dos alvos da VTA, participando de processos afetivos e comportamentos motivados. (AU)