Busca avançada
Ano de início
Entree


Estudo sobre a proteína NS5 de flavivírus brasileiros

Autor(es):
Baleotti, Flávia Graciela
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Imprenta: Ribeirão Preto. [2002]. 60 f., gráficos, ilustrações, tabelas.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Data de defesa:
Membros da banca:
Figueiredo, Luiz Tadeu Moraes; Schatzmayr, Hermann Gonçalves; Arruda Neto, Eurico de
Orientador: Figueiredo, Luiz Tadeu Moraes
Área do conhecimento: Ciências Biológicas - Microbiologia
Indexada em: Banco de Dados Bibliográficos da USP-DEDALUS
Localização: Universidade de São Paulo. Biblioteca Central do Campus de Ribeirão Preto; Baleotti, Flávia Graciela
Resumo

No gênero Flavivirus, da família Flaviviridae inclui-se um importante grupo de vírus transmitidos por artrópodes: que é responsável por considerável morbidade e mortalidade, como nos casos do dengue e da febre amarela. Onze Flavivirus circulam no Brasil. Os Flavivirus são envelopados, possuem nucleocapsídeo contendo genoma RNA de fita simples e polaridade positiva com aproximadamente 11000 nucleotídeos. O genoma inclui uma pequena região 5' não-codificadora, uma cadeia aberta de leitura (ORF) e um terminal 3' não-codificador. A ORF codifica 3 proteínas estruturais C, preM, E e 7 proteínas não-estruturais NS1, NS2A, NS2B, NS3, NS4A, NS4B e NS5. A proteína não-estrutural 5 (NS5) é a maior (2700 nucleotídeos) e mais conservada proteína dos Flavivirus e acredita-se que possua função de RNA-polimerase RNA-dependente. Foi tema de nosso estudo a seqüência nucleotídica do gene NS5 de 15 estirpes de Flavivirus brasileiros, Bussuquara, Cacipacoré, dengue tipos 1 (2 estirpes), 2 (3 estirpes) e 4, Iguape, Ilhéus, Rocio, encefalite de Saint Louis (2 estirpes) e febre amarela (estirpe selvagem e vacinal). Primeiramente, desenvolvemos metodologia de RT-PCR com primers (FG1/FU1RC) amplificadores de 723 nucleotídeos no centro do gene NS5, que se mostrou específica para vírus do gênero porque detectou genoma dos 15 vírus estudados. Também, desenvolvemos nested-PCR com primers (NES A/NES B) internos aos amplicons da RT-PCR, que se mostrou sensível e adequada à confirmação da origem viral dos produtos amplificados. Esta RT -nested-PCR possui utilidade como método diagnóstico rápido de infecções por Flavivirus. Em seguida, utilizando seqüência de 600 nucleotídeos oriunda dos amplicons da RT-PCR e de seus aminoácidos inferidos, efetuamos estudo filogenético. Árvores filogenéticas criadas pelos métodos neighbor-joining e parcimônia mostraram os Flavivirus brasileiros agrupados em três ramos: ramo do vírus da febre amarela, ramo... (AU)

Processo FAPESP: 00/00731-5 - Estudo sobre a proteína NS5 dos Flavivirus brasileiros
Beneficiário:Flavia Graciela Baleotti
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado