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Anticorpos antitetânicos e antidiftéricos e resposta a reforço vacinal em mulheres em idade fértil infectadas por HIV-1

Autor(es):
Bonetti, Tatiana Carvalho de Souza
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Imprenta: São Paulo. [2002]. 136 f., gráficos, ilustrações, tabelas.
Instituição: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Escola Paulista de Medicina
Data de defesa:
Orientador: Moraes Pinto, Maria Isabel de
Área do conhecimento: Ciências Biológicas - Imunologia
Indexada em: Base de Dados PHL-UNIFESP
Localização: Universidade Federal de São Paulo. Biblioteca Central da Escola Paulista de Medicina; Tese 7212
Resumo

Os objetivos deste trabalho foram verificar a soroprevalência de anticorpos antitetânicos e antidiftéricos e os níveis médios destes anticorpos em mulheres na idade fértil infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana tipo 1 (HIV-1), comparando-os aos de mulheres não infectadas por este vírus e sadias. Além disso, avaliamos a resposta ao reforço vacinal para aquelas mulheres que possuíam níveis de anticorpos antitetânicos e/ou antidiftéricos abaixo de 0,1 UI/mL. Métodos: Foram comparados os níveis de anticorpos contra tétano e difteria em 181 mulheres infectadas pelo HIV-1 (grupo HIV) e 142 mulheres saudáveis e não infectadas pelo HIV-1 (grupo Controle). 21 mulheres do grupo HIV e 13 do grupo Controle receberam um reforço com a vacina dT e seus níveis de anticorpos foram avaliados após esta medida. As dosagens de anticorpos antitetânicos e antidiftéricos foram realizadas através de ELISA duplo antígeno. Resultados: Na primeira etapa do estudo, os níveis médios de anticorpos antitetânicos e antidiftéricos do grupo HIV eram significantemente inferiores aos do grupo Controle (tétano: 1,15 x 4,14 UI/mL, teste t de Student: p < 0,0001; difteria: 2,42 x 5,07 UI/mL, teste t de Student: p < 0,0001). A análise de regressão linear múltipla mostrou que os níveis de anticorpos antitetânicos e antidiftéricos eram inferiores quando a participante pertencia ao grupo HIV e eram mais elevados quando a paciente havia recebido imunização anterior (tétano: p < 0,001 e p = 0,002; difteria: p = 0,001 e p < 0,001, respectivamente); para tétano os níveis de anticorpos eram inferiores conforme aumentava a idade (p = 0.004) e para difteria, os níveis de anticorpos eram maiores naquelas mulheres que procediam de outros Estados do Brasil que não o Estado de São Paulo (p = 0.003). Após o reforço, ambos os grupos tiveram um aumento nos níveis de anticorpos antitetânicos e antidiftéricos... (AU)

Processo FAPESP: 00/01332-7 - Soroprevalencia de anticorpos anti-tetanicos e anti-diftericos e resposta a reforco vacinal em mulheres na idade fertil infectadas pelo virus hiv-1.
Beneficiário:Tatiana Carvalho de Souza Bonetti
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado