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Trocas gasosas, relações hídricas e hormônios vegetais em laranjeiras-doce, infectadas por Xylella fastidiosa, em três regiões do Estado de São Paulo

Autor(es):
Habermann, Gustavo
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: Botucatu. [2004]. 167 f., gráficos, ilustrações, tabelas.
Instituição: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Instituto de Biociências
Data de defesa:
Orientador: Rodrigues, João Domingues
Área do conhecimento: Ciências Agrárias - Agronomia
Indexada em: Banco de Dados Bibliográficos Athena
Localização: Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Medicina, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia e Instituto de Biociências. Biblioteca do Campus de Botucatu; T7.396
Resumo

O Brasil é o maior produtor mundial de frutos cítricos. A clorose variegada dos citros (CVC) é uma das principais doenças que limita a produção, tendo surgido em 1987. É causada pela bactéria Xylella fastidiosa, restrita ao xilema, determinando redução do número e diâmetro de frutos. A CVC apresenta estreita relação com as condições climáticas, sendo sua severidade agravada em regiões com baixa disponibilidade hídrica, altos déficits de pressão de vapor e elevadas temperaturas. As folhas das plantas com CVC apresentam sintomas de deficiência hídrica, associados com decréscimos significativos nas taxas de assimilação de CO2 (A) e de transpiração (E), na condutância estomática (gs) e no potencial da água na folha (Yw). Estes aspectos já encontram-se muito bem estudados em laranjeiras, sugerindo-se que o principal mecanismo de patogenicidade da bactéria é a obstrução dos vasos do xilema, causando distúrbios difusivos. Também existe outra teoria sugerindo que em plantas infectadas haveria certo desbalanço hormonal. Este trabalho visou investigar as respostas de trocas gasosas, relações hídricas, conteúdo endógeno de alguns hormônios vegetais e o diâmetro de frutos de laranjeiras-doce (Citrus sinensis L. Osbeck, cv Valência) sadias e com CVC, nas regiões norte (Bebedouro-SP), centro-norte (Matão-SP) e sul (Pratânia-SP) do Estado de São Paulo. Mediram-se as trocas gasosas com um IRGA (Li-6400, Licor, USA) das 09:00h às 12:00h e das 13:00h às 17:00h e o Yw com câmara de pressão (DIK-7000, DAIKI, Japão) às 06:00h e às 15:00h, em janeiro/fevereiro e em julho/agosto de 2003. O ácido indol acético (IAA), etileno (Et) e zeatina (Z) foram medidos por cromatografia gasosa de alta resolução (HRGC) e o ácido giberélico (GA1) por cromatografia líquida de alta performance (HPLC), em dezembro/2002, janeiro/2003, fevereiro/2003, maio/2003, julho/2003 e setembro/2003. Utilizaram-se folhas de plantas sadias e folhas com e sem sintomas, de plantas com CVC... (AU)

Processo FAPESP: 00/01167-6 - Ação de fitoreguladores e sua interelações na fisiologia de plantas de diferentes espécies e cultivares de Citrus suscetíveis, tolerantes e resistentes à clorose variegada dos citros (CVC)
Beneficiário:Gustavo Habermann
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado