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Matemática para deficientes mentais: contribuições do paradigma de equivalência de estímulos para desenvolvimento e avaliação de um currículo

Texto completo
Autor(es):
Rossit, Rosana Aparecida Salvador
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: São Carlos. [2003]. 169 f., gráficos, ilustrações, tabelas.
Instituição: Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Centro de Educação e Ciências Humanas
Data de defesa:
Orientador: Goyos, Antonio Celso de Noronha
Área do conhecimento: Ciências Humanas - Educação
Indexada em: Base de Dados BCo-PHL - UFSCAR; Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFSCAR
Localização: Universidade Federal de São Carlos. Biblioteca Comunitária; T371.328; R835md
Resumo

Na prática diária, lida-se com diversos sistemas convencionais relacionados à matemática - numeração, medidas, tempo, dinheiro, etc. Dentre esses, os comportamentos que envolvem o manuseio de dinheiro são fundamentais no cotidiano. Enquanto as pessoas com desenvolvimento normal costumam dominar as habilidades de contagem e fazer compras na comunidade, às vezes antes de entrarem na escola, as pessoas com deficiência mental usualmente apresentam dificuldades na aquisição desses comportamentos, mesmo quando ensinadas através de métodos acadêmicos tradicionais. O comportamento matemático é composto por diversos componentes e seria praticamente inviável ensinar diretamente todas as relações entre esses, visto sua complexidade e a possibilidade infinita de combinações. Alguns pesquisadores apontam para a eficácia do paradigma de equivalência de estímulos para esse tipo de ensino, devido ao seu potencial para a formação de classes de estímulos equivalentes e para propiciar a emergência de ralações derivadas de treinos anteriores. Há, portanto, uma economia de tempo e percurso a partir do momento que determinadas relações matemáticas possam emergir a partir de outras que são treinadas diretamente. Apoiada nessas justificativas, uma seqüência de ensino foi organizada neste trabalho, selecionando-se valores e relações específicas que pudessem favorecer a aprendizagem de comportamentos que envolvem o manuseio de dinheiro. O objetivo deste trabalho foi desenvolver e avaliar um currículo, baseado no paradigma de equivalência de estímulos, para ensinar deficientes mentais a manusear dinheiro. Participaram 11 pessoas com deficiência mental, com idades entre nove a 32 anos, de ambos os sexos, sendo todos estudantes de uma escola de Educação Especial. Os estímulso utilizados foram palavras ditadas (numerais e valores de moedas, notas e sinais de adição, conjunto de moedas, notas e moedas juntas, preços impressos, moedas e notas verdadeiras... (AU)

Processo FAPESP: 00/01379-3 - Organização e avaliação de um currículo para o ensino de habilidade de manuseio de dinheiro a jovens adultos com deficiência mental, baseado em equivalência de estímulos
Beneficiário:Rosana Aparecida Salvador Rossit
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado