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Avaliação in vitro do uso potencial de células-tronco no tratamento da distrofia muscular

Autor(es):
Silva, Tatiana Jazedje da Costa
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: São Paulo. [2005]. 89 f., gráficos, ilustrações, tabelas.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Biociências
Data de defesa:
Orientador: Zatz, Mayana
Área do conhecimento: Ciências Biológicas - Genética
Indexada em: Banco de Dados Bibliográficos da USP-DEDALUS
Localização: Universidade de São Paulo. Biblioteca do Instituto de Biociências; IB/D-1168
Notas: Trabalho iniciado como bolsa de mestrado: processo 00/01592-9
Resumo

O gene da distrofia, localizado no cromossomo X, é o maior gene humano (2,4 MB), sendo que seu cDNA codifica uma proteína de 427kDa - a distrofia. Esta faz parte de um compleco de proteínas responsáveis pela permeabilidade da membrana das células musculares esqueléticas. Sua ausência provoca uma doença denominada Distrofia Muscular de Duchenne (DMD), que é bastante grave e leva os indivíduos ao óbito geralmente na segunda década de vida. A ausência parcial da distrofia provoca um tipo de distrofia mais branda, denominada Distrofia Muscular de Becker (DMB). O transplante de células-tronco pode ser uma alternativa de tratamento para estes pacientes, pois estas células têm sido utilizadas com sucesso para tratar várias doenças hematológicas e auto imunes. O objetivo deste trabalho foi verificar o potencial das células-tronco CD34 positivas de se diferenciarem em células musculares e expressarem a distrofia in vitro. Para isso, utilizamos células-tronco CD34 positivas extraídas de sangue de cordão umbilical de récem-nascidos geneticamente normais e mioblastos de pacientes afetados pela DMD e pela DMB. Observamos que as células-tronco e os mioblastos se fundem quando são mantidos em co-cultura. As células foram co-cultivdas por 15 dias com a finalidade de obtermos miotubos multinucleados diferenciados, quando ocorre produção de distrofia. A presença da proteína foi analisada por Imunofluorescência (IF), Western Blotting (WB) e RT-PCR. Em análises de IF, as co-culturas revelaram regiões marcadas positivamente para a distrofia, embora nem todos os sincícios presentes expressassem a proteína. Por WB, não observamos a presença de distrofia normal tanto em co-culturas com células de paciente afetado pela DMD quanto pela DMB. Também não detectamos distrofia normal em nenhuma co-cultura por RT-PCR. Observamos, no entanto, a diferenciação direta in vitro de células-tronco CD34 positivas em células musculares que expressavam distrofia, detectada por WB... (AU)

Processo FAPESP: 02/00808-3 - Avaliação in vitro do uso potencial de células tronco no tratamento da distrofia muscular
Beneficiário:Tatiana Jazedje da Costa Silva
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado Direto