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A cultura alimentar paulista : uma civilização do milho? (1650-1750)

Autor(es):
Rafaela Basso
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Instituição: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Data de defesa:
Membros da banca:
Henrique Soares Carneiro; Milena Fernandes Maranho
Orientador: Leila Mezan Algranti
Resumo

A proposta da presente pesquisa é estudar as práticas alimentares dos habitantes da região do Planalto do Piratininga, no período compreendido entre a segunda metade do século XVII e a primeira do XVIII. No entanto, apesar de trabalharmos a cultura alimentar como um todo, buscaremos de maneira mais específica analisar os hábitos e técnicas envolvidos nos usos e processamentos do milho, já que segundo os principais expoentes da historiografia colonial, o consumo disseminado deste alimento seria uma especificidade da cultura alimentar de São Paulo naqueles tempos. O estudo da incorporação do milho na alimentação paulista será fundamental para adentrarmos com mais profundidade a maneira pela qual se imbricou, no plano alimentar, hábitos e saberes europeus com aqueles utilizados e transmitidos pelos indígenas. Ao buscar nossa compreensão sobre o sistema alimentar dos paulistas, pretendemos visualizar como tal alimento foi incorporado em sua dieta, não só dentro de seus domínios territoriais, mas em suas incursões sertanistas e na ocupação de novos territórios, visto que a mobilidade proveniente das atividades bandeiristas marcou o cotidiano dos moradores de São Paulo entre os séculos XVII e XVIII (AU)

Processo FAPESP: 09/03712-6 - A cultura alimentar paulista: uma civilização do milho? (1650-1750)
Beneficiário:Rafaela Basso
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado