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A descoberta do insólito: literatura negra e literatura periférica no Brasil (1960-2000)

Texto completo
Autor(es):
Mário Augusto Medeiros da Silva
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: Campinas, SP.
Instituição: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Data de defesa:
Membros da banca:
Elide Rugai Bastos; Antônio Sérgio A Guimarães; Alexandro Dantas Trindade; Lilia Moritz Schwarcz; Renato Ortiz
Orientador: Elide Rugai Bastos
Resumo

Discute-se, centralmente, a produção recente de escritores auto identificados negros e periféricos, bem como seus livros, por vezes, relacionados às ideias de Literatura Negra e Periférica. Selecionaram-se, entre 1960 e 2000, Carolina Maria de Jesus (Quarto de Despejo, 1960; Casa de Alvenaria, 1961), Cadernos Negros (1978-2008), Paulo Lins (Cidade de Deus, 1997) e Ferréz (Capão Pecado, 2000). Autores e obras permitem aproximações acerca de suas trajetórias pessoais e literárias, aspectos das discussões empreendidas no sistema literário, bem como dos problemas envolvidos nas definições do que sejam Literatura Negra e Literatura Periférica. Também é possível discutir, através deles, aspectos da trajetória do ativismo político-cultural negro e periférico, analisado e, por certo tempo, muito relacionado com a própria história da Sociologia e Antropologia brasileiras. Assim, a negação de um lugar naturalizado, política e culturalmente, para o sujeito negro e periférico, através da Literatura, operou com ideias e problemas diversos, em diferentes momentos, nuclearmente questionando e propondo discussões sobre aspectos da desigualdade social no Brasil contemporâneo (AU)

Processo FAPESP: 06/55449-9 - Do Quarto de Despejo para a Cidade de Deus: o estigma da marginalidade social como bem simbólico
Beneficiário:Mário Augusto Medeiros da Silva
Modalidade de apoio: Bolsas no Brasil - Doutorado