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Comunicação química no pintado, Pseudoplatystoma coruscans

Texto completo
Autor(es):
Percilia Cardoso Giaquinto
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: Botucatu. 2001.
Instituição: Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Instituto de Biociências (Campus de Botucatu).
Data de defesa:
Orientador: Gilson Luiz Volpato
Resumo

Cromossomos supernumerários são polimorfismos numéricos frequentemente registrados em eucariotos, sendo que seus efeitos são pouco elucidados. Em alguns indivíduos da espécie Astatotilapia latifasciata pode-se identificar um ou dois cromossomos B, que são totalmente heterocromáticos e ricos em sequências repetitivas. Em vista de compreender sua origem, evolução e efeitos, este elemento vem sendo largamente explorado por técnicas integradas de citogenética, biologia molecular e genômica. Aqui, explorou-se o padrão de marcas epigenéticas do DNA deste cromossomo B e seus efeitos nas vias de metilação do DNA e de formação de tRFs. Usando-se imunocitogenética, ferramentas de bioinformática, quantificação global de 5mC e 5hmC e RT-qPCR, identificou-se que o cromossomo B de A. latifasciata possui padrão epigenético ativo e que não é um isocromossomo. Além disso, foram observados efeitos heterogêneos deste cromossomo na expressão de epi-miRNAs candidatos, de genes de modificações epigenéticas do DNA e de genes relacionados com a formação de tRFs. Como consequência, também foram registrados efeitos de cromossomos B nos níveis globais de 5mC e 5hmC e na formação de tRFs. Essas variações observadas parecem estar relacionadas com os mecanismos de manutenção do cromossomo B e estão em desacordo com a difundida ideia de que ele seja um elemento inerte. (AU)

Processo FAPESP: 98/03036-4 - Comunicação química no pintado, Pseudoplastystoma coruscans
Beneficiário:Percilia Cardoso Giaquinto
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado