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Eduardo de Moraes Gregores

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Ministério da Educação (Brasil). Universidade Federal do ABC (UFABC). Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Físico com Licenciatura e Bacharelado obtidos no Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), Mestrado e Doutorado pelo Instituto de Física Teórica da Unesp (IFT) e Pós-Doutorado na Universidade de Wisconsin, EUA. Participou do experimento DZero do acelerador de partículas Tevatron no Fermilab (EUA) e participa atualmente do experimento CMS do acelerador LHC no CERN (Suiça). Foi coordenador de Projeto Jovem Pesquisador da Fapesp e professor do IFT-Unesp. É Professor Associado da Universidade Federal do ABC, onde foi Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pró-Reitor de Pesquisa, sendo atualmente Pesquisador Principal de Projeto Temático da Fapesp. (Fonte: Currículo Lattes)

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Apoio FAPESP em números*
*Quantidades atualizadas em 18/05/2019
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SP Pesquisa - Bóson de Higgs - 1º Bloco

Publicado em 2 de maio de 2015 - SP Pesquisa - Bóson de Higgs - 1º Bloco. Em março de 2013, as manchetes do mundo todo se voltaram à descoberta do bóson de Higgs. Era a peça que faltava para completar o Modelo Padrão da Física de Partículas, o arcabouço teórico que explica de que são feitas todas as coisas que são vistas na natureza - dos átomos do nosso corpo às reações nucleares no coração das estrelas. A descoberta foi feita no LHC (o maior acelerador de partículas do mundo), na Suíça. O Brasil teve certa participação, ao colaborar para o processamento da montanha de dados vindos dos aceleradores, compondo uma sofisticada rede computacional chamada SPRACE, montada na UNESP com financiamento FAPESP. O programa apresenta tal participação e explica o que é o campo de Higgs, onde está o bóson e por que a descoberta é tão relevante.

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