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Francisco William da Cruz Junior

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Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Geociências (IGC)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Possui graduação em Geologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1995), mestrado em Geociências com ênfase a geomorfologia e geologia de terrenos cársticos pelo programa de pós graduação em Geoquímica e Geotectônica pela Universidade de São Paulo (1998), doutorado em geoquímica isotópica pelo mesmo programa na Universidade de São Paulo (2003) e pós-doutorado pela Universidade de Massachusetts nos EUA, entre 2004 e 2007, também trabalhando com geoquímica de isotópos estáveis. Foi bolsista Jovem pesquisador da FAPESP entre 2007 e 2011. Atualmente é professor do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo. Vem atuando principalmente no estudo paleoclimático e paleoambiental a partir da geoquímica de espeleotemas de diversas regiões brasileiras. (Fonte: Currículo Lattes)

Matéria(s) publicada(s) na Revista Pesquisa FAPESP sobre o(a) pesquisador(a):
Com mais calor e menos água, florestas crescem mais devagar 
Quando o sertão do Nordeste e o Saara eram verdes 
La lluvia que unió dos bosques 
La lluvia que unió dos bosques 
Como as florestas enfrentam as mudanças do clima 
The rain that united two forests 
Historias de aguas antiguas 
Histórias de águas antigas 
Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o(a) pesquisador(a)
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (0 total):
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Palavras-chave utilizadas pelo pesquisador
Amazônia América do Sul Américas Análise espaço-temporal Anatomia vegetal Anéis de crescimento Árvores florestais Bacia amazônica Bahia Biodiversidade Biogeografia Biologia Geral Botânica (classificação) Botânica Brasil Capacitação tecnológica Carbonatos Carste Cavernas Celulose Cenozoico Ciclo hidrológico Ciências Biológicas Ciências Exatas e da Terra Clima de monção Clima Climatologia Colômbia Composição isotópica Crescimento vegetal Cromatografia a gás Dados de precipitação Datação Dendroclimatologia Dendrocronologia Desastres ambientais Dióxido de carbono Ecologia vegetal Elementos-traço Espectrometria de massas Espeleotemas Evapotranspiração Evolução biológica Evolução vegetal Fisiologia Vegetal Fisiologia vegetal Florestas Geociências Geocronologia Geoespeleologia Geologia Geomorfologia cárstica Geomorfologia Geoquímica isotópica Geoquímica Glaciação Holoceno Interdisciplinar Inundações Isótopos de oxigênio Isótopos estáveis Isótopos Laboratórios Madeira Método de Monte Carlo Minas Gerais Monção da América do Sul Monções Mudança climática Paleobotânica Paleoceanografia Paleoclima Paleoclimatologia Paleontologia Palinologia Pesquisa científica Precipitação atmosférica Precipitação Quaternário Química Analítica Química Região tropical Técnicas e procedimentos de laboratório Temperatura da superfície do mar Tocantins Treinamento profissional Último máximo glacial Zona de convergência do Atlântico Sul Zona de convergência intertropical
Videos relacionados aos auxílios à pesquisa e bolsas

SP Pesquisa - Paleoclimatologia - 1º Bloco


Publicado em 21 de junho de 2015 - SP Pesquisa - Paleoclimatologia - 1º Bloco. Pesquisadores da USP que estudam cavernas, o fundo mar e florestas se juntaram numa ciência chamada Paleoclimatologia. Cada um à sua maneira, eles querem mapear o clima do passado. O biólogo marinho consegue enxergar nas bactérias calcificadas no fundo do mar informações sobre o clima de milhares de anos atrás. O geólogo visita cavernas, observa estalagmites e estalactites e delas consegue extrair dados sobre as chuvas do passado e ainda dizer de onde elas vieram. O biólogo que estuda testemunhos de árvores também consegue observar dados sobre as chuvas e a temperatura no passado. O programa acompanha essas três pesquisas e conta como os cientistas descobrem informações sobre o clima do passado e para que isso serve.

Geogenômica


Publicado em 16 de junho de 2016 - Pesquisa FAPESP. A Geogenômica é uma nova disciplina que busca explicar a diversidade biológica das florestas tropicais. Com projetos centrados na Amazônia e Mata Atlântica, biólogos e geólogos explicam como a integração de diferentes áreas do conhecimento ajuda no desenvolvimento de pesquisas.

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