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Yeda Aparecida de Oliveira Duarte

CV Lattes ORCID


Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Saúde Pública (FSP)  (Instituição Sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Possui graduação em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da USP (1982), mestrado em Mestrado em Enfermagem pela Escola de Enfermagem - USP (1996) e doutorado em Doutorado em Enfermagem pela Escola de Enfermagem - USP (2001) na área de Gerontologia. Pós Doutorado em Epidemiologia pela Faculdade de Saúde Pública da USP com estágio no Sealy Center on Ageing - University of Texas Brunch (2005). Atualmente é Professora Associada (MS5) da Escola de Enfermagem e da Faculdade de Saúde Pública da USP. É Coordenadora do Estudo SABE, estudo longitudinal de múltiplas coortes sobre as condições de vida e saúde dos idosos residentes no Município de São Paulo, pesquisa temática FAPESP com 22 anos de existência. É coordenadora de Núcleo de Pesquisa USP - NAPSABE desde 2012. Coordenou o Inquérito Nacional de Instituições de Longa Permanência vinculadas ao SUAS (2015-2019). Responsável pela criação do primeiro curso de Bacharelado em Gerontologia sediado na Escola de Artes, Ciências e Humanidade (EACH) USP (2005). Membro executiva do canal YouTube @oquerolanageronto e do grupo @velhicescidadas. Tem experiência na área de Geriatria e Gerontologia, atuando principalmente nos seguintes temas: idosos, estudo SABE, envelhecimento, famílias, cuidadores, assistência domiciliária. (Fonte: Currículo Lattes)

Matéria(s) publicada(s) na Revista Pesquisa FAPESP sobre o(a) pesquisador(a):
Círculo virtuoso 
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Envelhecimento e qualidade de vida


Publicado em 03 de outubro de 2019 - Agência FAPESP. Aumento da longevidade e redução da taxa de natalidade no país criam cenário para a formulação de novas políticas e estruturas públicas para o apoio ao idoso. Tema foi discutido no Ciclo ILP-FAPESP de Ciência e Inovação.

COVID-19 e a necessidade de maior atenção ao idoso


Estreia em 20 de abril de 2020 - Agência FAPESP. Na cidade de São Paulo dos mais de 1,8 milhão de pessoas que formam a população de idosos na cidade de São Paulo, 290.771 (16%) vivem sozinhos – os chamados domicílios unipessoais –, sendo 22.680 com 90 anos ou mais. Na capital paulista, mais de 8 mil idosos são completamente solitários, não têm a quem pedir ajuda, caso precisem pois, por diferentes razões, não possuem uma rede de suporte social ativa e eficiente. Os dados sobre a vulnerabilidade dos idosos na cidade de São Paulo, tabulados especialmente para a Agência Fapesp, fazem parte do Estudo Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento (SABE), apoiado pela FAPESP. O estudo sobre as condições de vida e saúde dos idosos residentes no município de São Paulo acompanha 1236 idosos, o que forma uma amostra representativa de toda essa população na cidade e permite chegar aos resultados apresentados. Os dados do Estudo SABE mostram ainda a necessidade de planejamento para assistir população idosa durante a pandemia.

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