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Cristiano de Campos Nogueira

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Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Biociências (IB)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Doutor em Ecologia pela Universidade de São Paulo, especialista em diversidade biológica, biogeografia e conservação. É atualmente Jovem Pesquisador no departamento de Ecologia da Universidade de São Paulo. Atua nas linhas de pesquisa em Ecologia, Biodiversidade, Biogeografia, Macroecologia e Biologia da Conservação, integrando dados de escala refinada e local a análises amplas em escalas continentais ou globais. Foi editor associado dos periódicos Biota Neotropica e South American Journal of Herpetology. Atua também como revisor dos periódicos Biological Conservation, Journal of Biogeography, Global Ecology and Biogeography, PLoS One, Diversity and Distributions, entre outros na área de biodiversidade, biogeografia e conservação. Experiência profissional em ecologia aplicada e conservação, tendo atuado como analista de biodiversidade da Conservation International, entre 2005 e 2009. Coordenador adjunto de táxon (Serpentes) na revisão da lista vermelha de espécies ameaçadas do Brasil (ICMBio e IUCN), e membro da Species Survival Comission da IUCN (Snake and Lizard Red List Authority). Experiência em produção e editoração de textos e mídias de divulgação científica em ecologia, conservação e biodiversidade. (Fonte: Currículo Lattes)

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Onde estão as serpentes brasileiras 
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Serpentes acuadas


Publicado em 25 de fevereiro de 2015 - Pesquisa FAPESP. Algumas espécies de serpentes perderam até 80% da área de floresta ou campos que ocupavam três décadas atrás, segundo um levantamento coordenado pelo biólogo Cristiano Nogueira, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZ-USP). A perda de espaço, associada à expansão das cidades e da agropecuária, implica o desaparecimento de evidências da história evolutiva não apenas das cobras, mas também de outros grupos de seres vivos, que se formaram e ocuparam seus espaços ao longo de milhões de anos. Nogueira explica por que a perda de vegetação nativa constitui uma das principais ameaças às serpentes do Brasil e fala sobre a pesquisa zoológica com cobras, a descrição de novas espécies e como se amplia o conhecimento sobre os padrões de distribuição dos animais. Também o biólogo Otavio Marques mostra como a jararaca-ilhoa, que só existe na ilha da Queimada Grande, é mantida no Instituto Butantan visando a preservação da espécie.

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