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Marisa Dolhnikoff

CV Lattes ORCID


Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Medicina (FM)  (Instituição Sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Graduação em Medicina na Universidade de São Paulo - FMUSP (1985), Residência Médica em Anatomia Patológica na FMUSP (1989), Doutorado em Medicina (Patologia) na Universidade de São Paulo (1993), Pós-Doutorado no Meakins-Christie Laboratories, McGill University, Montreal, Canadá (1995). Livre Docência pela FMUSP em 2007. Atualmente é Professora Associada da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Coordenadora dos Estudos da COVID-19 Grave por Autópsias no HC-FMUSP. Coordenadora do Programa Tutoria Acadêmica da FMUSP. Coordenadora da Disciplina de Graduação: Sistema Respiratório, da FMUSP. Patologista responsável pelas biópsias pulmonares de pacientes do complexo HC-FMUSP. Linhas de pesquisa nas áreas de Patologia Pulmonar, Patologia de Autópsia, Autópsia Minimamente Invasiva. Prêmio Mulheres na Ciência - Destaques 2020, da Pró-Reitoria de Pesquisa da Universidade de São Paulo. Publicações indexadas no Pubmed e Web of Science: 160 Índice H: 40 (Web of Science) Citações: 5.787 (maio/2023) Dolhnikoff M ou Dohlnikoff M (Fonte: Currículo Lattes)

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Autópsias em mortos por COVID-19 podem contribuir para o tratamento de casos graves


Estreia em 6 de maio de 2020 - Agência FAPESP. Em entrevistas concedidas à Agência FAPESP, os pesquisadores Marisa Dolhnikoff e Paulo Saldiva, da Faculdade de Medicina da USP (FM-USP), explicam como autópsias estão revelando a agressividade da COVID-19 e contribuindo para o tratamento de casos graves da doença. Amostras de tecidos pulmonares e de outros órgãos são coletadas por meio de técnicas minimamente invasivas e com o consentimento das famílias. O objetivo do trabalho, parte de um projeto apoiado pela FAPESP, é disponibilizar informações à comunidade médica que possam ser úteis no combate à pandemia causada pelo novo coronavírus.

Os efeitos da Covid-19 no corpo


Publicado em 8 de junho de 2020 - Pesquisa FAPESP. Quando entra no organismo humano, o vírus Sars-CoV-2 causa estragos profundos nos pulmões e em outros órgãos. A patologista Marisa Dolhnikoff e a pneumologista Elnara Negri, ambas da Universidade de São Paulo (USP), contam o que se tem aprendido com a doença enquanto a pandemia avança, como a autopsia pouco invasiva ajuda nessa investigação e como isso permite delinear estratégias de tratamento.

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