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Arnaldo Mauricio Correa Neto

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País de origem: Brasil

Arnaldo Mauricio Corrêa Neto ingressou no curso de zootecnia em 2001 na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Campus de Jaboticabal), em 2002 iniciou estágio no setor de apicultura no campus da UNESP. Em 2003, comprou um apiário no município de Agudos/SP e se tornou produtor rural no ramo da apicultura. Já no ano de 2005 graduou-se zootecnista. No início de 2006 realizou a ampliação do apiário com crédito bancário do Banco do Brasil. No ano seguinte em 2007, vinculado à Universidade de Minnesota no programa MAST, trabalhou nos Estados Unidos da América durante 4 meses, como trainee em apicultura. O serviço como trainee se baseou principalmente na apicultura migratória mecanizada com 2.400 colmeias. Em meados de 2007 concomitante com a produção de mel em Agudos/SP, iniciou atuação no serviço de extensão rural para a agricultura familiar através de um convênio anual com o Sebrae-SP, Escritório Regional de Bauru. Em 2009 foi aprovado para realizar o mestrado Internacional em Agricultura Sustentável oferecido em conjunto pelas Universidades de Talca (Chile) e Goettingen (Alemanha) com bolsa de estudo do DAAD. Durante o curso do mestrado apresentou um Poster no Congresso Internacional de Apicultura (APIMONDIA) realizado na França em 2009, aonde conheceu o proprietário da empresa Cearapi, maior exportadora de mel orgânico do Brasil. Através deste contato estruturou um projeto de pesquisa de extensão rural para 360 apicultores indicados pela empresa localizados nos Sertões Cearenses. Em 2010 realizou a pesquisa de campo com estes apicultores, o que gerou a base de dados necessária para a dissertação do mestrado. Posteriormente essa base de dados foi utilizada para publicar um artigo no jornal internacional "Journal on Chain and Network Science". Após o término do mestrado em 2011, fundou a empresa de consultoria e inovação tecnológica para apicultura, com nome fantasia de Sinergia Ambiental. Atualmente atende mais de 60 apicultores no estado de São Paulo com foco em alta produtividade de mel. Em setembro de 2015, após dois anos de pesquisa desenvolveu um protótipo coletor de apitoxina com possibilidade de mecanizar a coleta e com superfície de contato eletrificada maior que os extratores disponíveis no mercado. Os próximos passos são o de pesquisar a viabilidade produtiva e econômica do serviço de extração da apitoxina, para apiários de apicultores do estado de São Paulo, com o novo protótipo coletor. (Fonte: Currículo Lattes)

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