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Paolo Marinho de Andrade Zanotto

CV Lattes ORCID


Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas (ICB)  (Instituição Sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Apresentou a teoria de Darwin na Feira de Ciências da FUNBEC em 1966. Formado com Licenciatura Curta e Plena em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo (1974 -1981) onde estudou pedagogia com a Profa. Myriam Krasilchi (FEUSP) e genética com o Prof. Crodowardo Pavan (IB), enquanto administrava a fazenda Caiçara dedicada à produção agrícola e de leite em Jacareí, SP de (1977 - 1983). Iniciação Científica no Laboratório de Genética de Microorganismos no IQ/USP sob a Profa. Ana Clara Guerrini Schenberg (1982 - 1984) tabalhando na construção de plasmidios tri-funcionais para expressão de genes heterólogos em bactérias e leveduras. Trabalhou com o Prof. Just Maria Vlak na Universidade de Wageningen (1984-1985), na Holanda, desenvolvendo o segundo banco de cosmídios de vírus de DNA, do NPV da Autographa californica. Fundou o laboratório de virologia de insetos na Unidade de Controle Biológico do CENARGEN/EMBRAPA (1986-1987), em Brasília. Estabelecendo a investigação da estabilidade genética populacional do NPV da Anticarsia gemmatalis, sendo aplicado em 2 milhões de hectares de plantações de soja no Brasil. Mestrado em virologia molecular na Universidade da Flórida (UF), EUA (1987-1991), com o Prof. James E. Maruniak no Departamento de Entomologia e Nematologia e um Minor em retrovirologia molecular com a Profa. Maureen M. Goodenow detentora da Cátedra Universitária Stephany W. Holloway em Pesquisa da AIDS do Departamento de Patologia, Imunologia e Medicina Laboratorial da UF. Doutorado em virologia pela Universidade de Oxford, Inglaterra (1992-1996), supervisionado pelos Professores David L. H. Bishop e Robert Possee. Em Oxford, trabalhou com os Professores Mark Pagel, Paul Harvey, Sir Richard Southwood, e Sir Robert May. Professor visitante na disciplina de doenças infecciosas na Escola Paulista de Medicina (1997 - 1999) UNIFESP onde trabalhou com resistência antiviral no HIV-1, implementou a aplicação do coalescente para estimar o coeficiente de seleção no HIV-1 e determinou a quantidade de resistência antiviral de fundo em população não pré exposta a antivirais. Pesquisador visitante no Instituto Santa Fé (SFI) de ciências da complexidade, Novo México, EUA, colaborando com os Professores David C. Krakauer e Murray Gell-Mann na evolução das GRNs virais e na dinâmica de acreção e perda de genes de diversas famílias virais. Desde 2000 é professor doutor no Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo, onde fez parte e coordenou os projetos VGDN (2001 - 2006) e a Rede Zika da FAPESP (2014 a 2016). Tem experiência em evolução e microbiologia, com ênfase em virologia, trabalhando principalmente nos seguintes tópicos: evolução de flavivírus, baculovírus, filogenia viral, arbovírus emergentes, filodinâmica de vírus emergentes, trabalho in silico e in vivo com epitopos virais e evolução de GRNs virais sob a abordagem de sistemas. Desenvolveu vários estudos de epidemiologia molecular com vírus importantes, estabelecidos e emergentes em diferentes localidades do Brasil e estudos de espalhamento viral de ampla extensão geográfica e temporal em colaboração com grupos internacionais. Treinou e orientou cientistas no Brasil, África, Europa, América do Sul e do Norte. Estabeleceu uma colaboração de mais de duas décadas com o Instituto Pasteur no Senegal com o grupo do Dr. Amadou A. Sall e Paris com o grupo do Dra. Michèle Bouloy, que foi fundamental para o estabelecimento de uma resposta efetiva e rápida para o entendimento da microcefalia causada pelo vírus Zika e no treinamento de dezenas de cientistas brasileiros e no desenvolvimento de 3 plataformas vacinais, propiciando a vinda do Instituto Pasteur ao Brasil. Publicou em jornais como: Science, New England Journal of Medicine, Nature, Lancet, PNAS, etc. Em 20 de fevereiro de 2024: Google Scholar: 10603 citações, i10-index: 112, h-index = 49. (Fonte: Currículo Lattes)

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Palavras-chave utilizadas pelo pesquisador
Aedes aegypti Alelos Algoritmos genéticos Análise de dados Análise de sequência de DNA Análise de sequência de RNA Anticarsia gemmatalis Anticorpos de cadeia única Antirretrovirais Arbovirus Artigo científico Artrópodes Baculoviridae Banco de dados Biologia Geral Biologia computacional Biologia e Fisiologia dos Microorganismos Biotecnologia Brasil Bunyaviridae Ciências Biológicas Ciências da Saúde Cinética Códon Coinfecção Controle biológico de vetores Controle biológico DNA recombinante Dengue Diversidade genética Epidemias Epidemiologia molecular Epidemiologia Espalhamento Evolução biológica Evolução molecular Evolução Expressão gênica Febre de Chikungunya Fenótipo Filogenia Filogeografia Fitossanidade Flavivirus Genes Genética Molecular e de Microorganismos Genética Genomas Genômica Genótipo HIV-1 HIV Hepatite C Imunologia Celular Imunologia Infecções por Arbovirus Infecções por Bunyaviridae Inseticidas biológicos Integrase de HIV Lagartas Linhagem celular Metagenômica Microbiologia Aplicada Microbiologia Morfogênese Nucleopolyhedrovirus Permissividade Polimorfismo genético Primatas Publicações de divulgação científica Redes sociais Replicação viral Resistência a medicamentos Resposta imune Retroviridae Saúde Coletiva Saúde pública Seleção natural Sequenciamento de alta performance Sequenciamento de nova geração Sequenciamento Simulação de dinâmica molecular Togaviridae Transferência genética horizontal Transmissão de doenças Variação genética Virologia Vírus Chikungunya Vírus Mayaro Vírus Zika Vírus da dengue Vírus Zoonoses
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Um vilão de muitas caras


Publicado em 14 de junho de 2015 - Pesquisa FAPESP. Em vídeo produzido pela equipe de Pesquisa FAPESP, pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) falam sobre a importância de se estudar a genética do vírus da dengue, a evolução urbana do surto da doença e a produção de mosquitos modificados geneticamente que dão cria a proles que morrem antes da idade adulta, diminuindo sua transmissão. Até 18 de abril de 2015, o Ministério da Saúde registrou 746 mil casos da doença no Brasil, dos quais quase 66% na região Sudeste. De acordo com os pesquisadores, as estratégias contra a dengue devem ser usadas em conjunto para um combate mais eficaz ao vírus.

Escola São Paulo de Ciência Avançada em Arbovirologia


Publicado em 13 de junho de 2017 - Agência FAPESP. Resumo das principais entrevistas realizadas durante a cobertura do evento "Escola São Paulo de Ciência Avançada em Arbovirologia", na Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto - FAMERP, sobre as principais pesquisas do vírus Zika, dengue, chikungunya e febre amarela.

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