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Fernando Ozorio de Almeida

CV Lattes


Universidade de São Paulo (USP). Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Inglaterra

Possui graduação em História pela Universidade de São Paulo (2003), mestrado e doutorado em Arqueologia pela Universidade de São Paulo (2008, 2013). Tem experiência na área de Arqueologia, com ênfase em história indígena do período pré-colonial. O foco inicial das pesquisas foram os grupos ceramistas pré-coloniais na região sudeste da bacia do Amazonas, mais especificamente os antigos falantes de línguas Tupi-Guarani, produtores de cerâmica da Subtradição Tupinambá da Amazônia. As pesquisas começaram com o estudo de sítios localizados no médio-baixo Tocantins, nas proximidades do encontro desse rio com o Araguaia. O trabalho de mestrado descreveu esses sítios quanto à indústria cerâmica, e quanto a características espaciais intra-sítio e inter-sítios. Já a pesquisa de doutorado ampliou o foco de estudo para toda a região meridional da Amazônia, saindo de um contexto linguístico Tupi-Guarani para um macro contexto Tupi, e comparando a Tradição arqueológica Tupi-Guarani com o que se conhece sobre a cultura material dos demais grupos Tupi, assim como, comparando o contexto Tupi-Guarani com o da chamada Tradição Polícroma da Amazônia. Atualmente o pesquisador trabalha na região do alto rio Madeira, em parceira com o Dr. Eduardo Góes Neves e com outros colegas do ARQUEOTROP (Laboratório de Arqueologia dos Trópicos, do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo), como também em conjunto com professores e alunos do Departamento de Arqueologia da Universidade Federal de Rondônia. Em 2014 passou a integrar, como professor efetivo, o Departamento de Arqueologia do Universidade Federal de Sergipe e o Programa de Pós-Graduação de Arqueologia da UFS. Em parceria com a Profa. Daniela Klokler fundou o Laboratório de Paisagem e Sociedade (LAPSO-UFS), e o Projeto Baixo São Francisco (PROBASÃO), que também conta com a parceria da Dra. Brenda Bowser (California State University). Coma a Proa. Daniela Klokler também divide, desde 2016, a coordenação científica do Museu de Arqueologia de Xingó. Com colegas Amazonólogos ajudou a fundar o Amazon Arch, o maior banco de dados já criados para sítios da Amazônia. (Fonte: Currículo Lattes)

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