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Jaime Henrique Amorim Santos

CV Lattes


Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas (ICB)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Biomédico formado na Universidade Estadual de Santa Cruz (2004), com mestrado em Genética e Biologia Molecular pela Universidade Estadual de Santa Cruz (2008), doutorado em Biotecnologia pela Universidade de São Paulo (2013) e pós-doutorado em virologia pela Universidade de São Paulo, Purdue University (EUA) e La Jolla Institute for Immunology (EUA). Atualmente é professor adjunto C2 da Universidade Federal do Oeste da Bahia e responsável técnico do Laboratório de Agentes Infecciosos e Vetores, prestando serviço de diagnóstico molecular e desenvolvendo pesquisas sobre doenças virais, como arboviroses e COVID-19. Atua, ainda, como membro permanente dos Programas de Pós-graduação em Patologia Investigativa e Bioquímica e Biologia Molecular da Universidade Federal do Oeste da Bahia e do Programa de Pós-graduação em Biologia e Biotecnologia de Micro-organismos, da Universidade Estadual de Santa Cruz. Tem experiência na área de Microbiologia, com ênfase em Virologia, atuando principalmente nos seguintes temas: desenvolvimento de vacinas, imunoinformática, relação patógeno-hospedeiro, patologia clínica e epidemiologia molecular. (Fonte: Currículo Lattes)

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Um vilão de muitas caras


Publicado em 14 de junho de 2015 - Pesquisa FAPESP. Em vídeo produzido pela equipe de Pesquisa FAPESP, pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) falam sobre a importância de se estudar a genética do vírus da dengue, a evolução urbana do surto da doença e a produção de mosquitos modificados geneticamente que dão cria a proles que morrem antes da idade adulta, diminuindo sua transmissão. Até 18 de abril de 2015, o Ministério da Saúde registrou 746 mil casos da doença no Brasil, dos quais quase 66% na região Sudeste. De acordo com os pesquisadores, as estratégias contra a dengue devem ser usadas em conjunto para um combate mais eficaz ao vírus.

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