Busca avançada
Ano de início
Entree

Alessandra Tomaselli Fidelis

CV Lattes ResearcherID ORCID Google Scholar Citations


Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Instituto de Biociências (IB)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo (1999), mestrado e doutorado em Ecologia pela Technische Universität München (2004, 2008) e livre-docência pela Universidade Estadual Paulista (2019). Atualmente é professora associada da Universidade Estadual Paulista. É vice-presidente da International Association for Vegetation Science. Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em ecologia de comunidades vegetais e ecossistemas, atuando principalmente nos seguintes temas: ecologia do fogo, distúrbio, ecologia de comunidades campestres e savânicas, dinâmica de biomassa e carbono aéreo e subterrâneo. Defensora da conservação da vegetação campestre e savânica. (Fonte: Currículo Lattes)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o(a) pesquisador(a)
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (0 total):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)
Auxílios à pesquisa
Bolsas no país
Bolsas no Exterior
Apoio FAPESP em números * Quantidades atualizadas em 13/08/2022
Colaboradores mais frequentes em auxílios e bolsas FAPESP
Contate o Pesquisador

Este canal da BV/FAPESP deve ser utilizado tão somente para mensagens, referentes aos projetos científicos financiados pela FAPESP.


 

 

 

 

Palavras-chave utilizadas pelo pesquisador
Videos relacionados aos auxílios à pesquisa e bolsas

O Cerrado brasileiro constitui a savana mais biodiversa do mundo e está desaparecendo a cada dia


Publicado em 16 de agosto de 2022 - Agência FAPESP. As formações campestres e savânicas se espalham por 27% do território brasileiro e predominam em quatro dos seis biomas existentes no país: o Cerrado, a Caatinga, o Pampa, o Pantanal, a Mata Atlântica e a Amazônia. 77,2% da matriz elétrica brasileira é suprida pela hidroeletricidade e a degradação do Cerrado põe em risco esse recurso energético e ameaça a oferta de água doce para o consumo da população e atividades agrícolas. Em edição especial da revista Science, alguns dos principais pesquisadores do tema argumentam que a recuperação das áreas degradadas requer soluções mais complexas, e que considerem as especificidades do bioma. Entrevista com a ecóloga Alessandra Fidelis, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e coatora do artigo.

Por favor, reporte erros na informação da página do pesquisador escrevendo para: cdi@fapesp.br.
X

Reporte um problema na página


Detalhes do problema: