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Danielle Bruna Leal de Oliveira

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País de origem: Brasil

Possui graduação em Ciências Biológicas - Modalidade Médica pela Universidade Federal do Pará (1998), Mestrado em Ciências (Microbiologia) pela Universidade de São Paulo (2002), Doutorado em Ciências (Microbiologia) pela Universidade de São Paulo (2007),pós-doutorado I em Ciências(Microbiologia) pela Universidade de São Paulo. Pós-doutorado II no Center Disease Control and Prevention (CDC)-Atlanta (2012), sempre trabalhando no diagnóstico das viroses respiratórias utilizando técnicas moleculares, como PCR em tempo Real, Sequenciamento de nucleotídeos e Piro-sequenciamento e técnicas de virologia básica, tais como cultura de células, PRNT e etc. Atualmente está no Laboratório de Virologia Clinica e Molecular do ICB II da USP, como Coordenadora do Grupo de Diagnóstico das viroses respiratórias, exantemática e arboviroses. Tem experiência na área de Microbiologia, com ênfase em Virologia, atuando principalmente nos seguintes temas: viroses respiratórias, exantemáticas e arboviroses, Diagnóstico Molecular, Epidemiologia, Caracterização Molecular, Resistência, diversidade genética de vírus, desenvolvimento de kit de diagnóstico viral e interação vírus célula. (Fonte: Currículo Lattes)

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Apoio FAPESP em números*
*Quantidades atualizadas em 10/11/2018
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Vírus Zika detectado em recém-nascido até dois meses de vida

Publicado em 26 de agosto de 2016 - Agência FAPESP. No vídeo do Núcleo de Divulgação Científica da USP, pesquisadores da USP e da Santa Casa de Misericórdia relatam o caso do recém-nascido que permaneceu infectado pelo vírus Zika até os 67 dias de idade. Um grupo de 20 pesquisadores de São Paulo publicou, na sessão de correspondências do New England Journal of Medicine, a descrição do caso de um bebê do sexo masculino que foi infectado pelo vírus ainda durante a gestação e que manteve o Zika ativo no organismo por ao menos 67 dias após o parto. “Ainda não se havia descrito uma infecção tão prolongada após o nascimento”, afirma o virologista Edison Durigon, da Universidade de São Paulo (USP), um dos autores do estudo, e que vê no caso um sinal de alerta. “Não sabemos nada sobre o que ocorre com as crianças que adquirem o vírus após o nascimento”, explica. E conclui: “Estamos em uma espécie de entressafra da epidemia, com o risco de enfrentar em breve uma segunda onda de Zika. Deveríamos estar preparados para iniciar o acompanhamento dessas crianças.”

Publicações resultantes de Auxílios e Bolsas sob responsabilidade do(a) pesquisador(a) (1)

(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)

BARBOSA, CARLA M.; DI PAOLA, NICHOLAS; CUNHA, MARIELTON P.; RODRIGUES-JESUS, MONICA J.; ARAUJO, DANIELLE B.; SILVEIRA, VANESSA B.; LEAL, FABYANO B.; MESQUITA, FLAVIO S.; BOTOSSO, VIVIANE F.; ZANOTTO, PAOLO M. A.; et al. Yellow Fever Virus RNA in Urine and Semen of Convalescent Patient, Brazil. Emerging Infectious Diseases, v. 24, n. 1, p. 176-178, . Citações Web of Science: 6. (16/08727-5, 14/17766-9, 14/21141-4, 13/22136-1, 16/08204-2)

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