| Processo: | 12/21569-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Pesquisador responsável: | Suely Vilela |
| Beneficiário: | Anna Laura Bechara Jacob Ferreira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/23236-4 - Toxinas animais nativas e recombinantes: análise funcional, estrutural e molecular, AP.TEM |
| Assunto(s): | Trombose Venenos de origem animal Metaloproteases Hemostasia Toxicologia Venenos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | hemostasia | metaloprotease | Peçonha | Trombose | veneno | Toxinologia |
Resumo Peçonhas e venenos animais são constituídas por uma grande variedade de substâncias com efeitos tóxicos, que podem atuar de forma isolada ou sinérgica, causando diversos tipos de danos aos seres afetados. O interesse pelo estudo das características químicas e funcionais de toxinas isoladas destas substâncias não é somente devido à relevância no envenenamento, mas também pelo seu potencial como fonte de moléculas bioativas que podem ser utilizadas como modelo de novos fármacos para o tratamento de diversos processos patológicos. Devido à importância da coagulação sanguínea e agregação plaquetária nas doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, proteínas provenientes de venenos e peçonhas de cobras, que podem interferir nesses processos têm recebido considerável atenção nos últimos anos. A batroxase, uma metaloproteinase isolada da peçonha da cobra Bothrops atrox (Pará), foi recentemente purificada e bioquimicamente caracterizada em nosso laboratório. A batroxase apresentou ação antitrombótica e trombolítica in vitro, por ser capaz de degradar componentes da cascata de coagulação como fibrinogênio e fibrina. Este projeto visa a investigação da atividade da batroxase sobre a hemostasia de ratos, analisando sua atividade trombolítica e antitrombótica, em comparação com drogas clinicamente relevantes como tPA e heparina, respectivamente, em dois modelos de trombose: arterial e venosa. Além disso iremos observar a influência da batroxase sobre a pressão arterial, frequência cardíaca e medidas de coagulação dos animais estudados. Com o início da caracterização funcional da batroxase, poderemos iniciar a exploração do potencial terapêutico dessa toxina animal para o futuro desenvolvimento e produção de novos fármacos. | |
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