| Processo: | 22/13150-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Cláudio Romero Farias Marinho |
| Beneficiário: | Cláudio Romero Farias Marinho |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Jody Emile Phelan ; Maria Luiza de Morais Barreto de Chaves ; Odilson Marcos Silvestre ; Rodrigo Medeiros Martorano ; Sabrina Epiphanio ; Susana Gomes Campino ; Tor Biering-Sorensen |
| Assunto(s): | Imunoparasitologia Malária Doenças cardiovasculares Plasmodium falciparum Plasmodium vivax Inflamação Acre |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | doenças cardiovasculares | Inflamação | malária | Plasmodium falciparum | Plasmodium vivax | Imunoparasitologia |
Resumo
O aumento das doenças cardiovasculares nos países em desenvolvimento parece ocorrer no contexto de grande presença de doenças infecciosas. Neste sentido, a malária é uma doença infecciosa de alta prevalência nesses locais com 230 milhões de casos por ano. Existem alguns estudos que sugerem que a malária cause alterações estruturais cardíacas e afete vias vasculares específicas, levando ao aumento do risco de hipertensão e à diminuição da contratilidade miocárdica. Contudo, ainda há diversas lacunas no conhecimento que comprovem essa associação e os mecanismos envolvidos. Objetivo: Investigar a relação entre a malária e as alterações cardiovasculares em uma região endêmica no Brasil. Métodos: A primeira etapa do estudo foi conduzido nos municípios de Cruzeiro do Sul e Tarauacá (Acre), com a inclusão de 483 pacientes com história de malária na vida e 439 sem histórico dessa doença, ambos os grupos não infectados no momento da inclusão. Também foram incluídos 126 pacientes infectados por Plasmodium spp., para os quais foi realizada uma avaliação 30 dias após a inclusão. Até ao momento, foram feitos exames laboratoriais de rotina, eletrocardiograma e ecocardiograma nos pacientes dos três grupos. Posteriormente, serão avaliados marcadores cardíacos e endoteliais, citocinas e análises genéticas. Pretende-se, desse modo, não só detectar os mecanismos presentes na patogênese da malária com potencial para gerar alterações cardiovasculares, mas também os fatores de risco para que isso ocorra. (AU)
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