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(Referência obtida automaticamente do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores.)

A midiatização da (não) preservação: reflexões metodológicas sobre sociedade, periodismo e internet a propósito da demolição do Palácio Monroe

Texto completo
Autor(es):
Fernando Atique
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Artigo Científico
Fonte: An. mus. paul.; v. 24, n. 3, p. 149-175, Dez. 2016.
Resumo

RESUMO Tem sido uma constante no campo patrimonial a exortação de que as políticas do patrimônio precisam se aproximar dos anseios preservacionistas da população. Este artigo procura discutir essa máxima, analisando as razões para a demanda pró-preservação de não especialistas do Palácio Monroe, obra de arquitetura erigida pelo governo brasileiro em 1904, nos EUA, remontada no Brasil, em 1906, e demolida em 1976. Como forma de entender a percepção da sociedade sobre o patrimônio, procura-se mostrar como o processo de demolição do Monroe mobilizou a sociedade carioca. O objetivo é compreender a produção de memória e da história do Rio por pessoas que não pertencem às agências oficiais do patrimônio e que podem, como resultado, permitir que o circuito social da arquitetura seja incorporado às discussões do campo do patrimônio. (AU)

Processo FAPESP: 13/05080-2 - Arquitetura evanescente: o desaparecimento de edifícios e a historiografia da preservação no Brasil
Beneficiário:Fernando Atique
Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa - Regular