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(Referência obtida automaticamente do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores.)

Fatores de risco para gagueira em crianças disfluentes com recorrência familial

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Autor(es):
Cristiane Moço Canhetti de Oliveira ; Denise Cunha ; Ana Cláudia dos Santos
Número total de Autores: 3
Tipo de documento: Artigo Científico
Fonte: Audiol., Commun. Res.; v. 18, n. 1, p. -, Mar. 2013.
Resumo

OBJETIVO: Caracterizar os fatores gênero, idade, tempo de duração e tipologia das disfluências, fatores estressantes físicos e emocionais em crianças com alto risco para a gagueira e com recorrência familial do distúrbio. MÉTODOS: Participaram 65 crianças com alto risco para a gagueira desenvolvimental familial, de ambos os gêneros, na faixa etária de três a 11anos. A coleta de dados foi realizada por meio do Protocolo de Risco para a Gagueira do Desenvolvimento (PRGD). RESULTADOS: A razão masculino/feminino de crianças disfluentes encontrada foi de 2,8:1, com predominância do grupo na faixa etária de três anos. Os resultados revelaram diferença significativa quanto ao tempo de duração: mais crianças apresentaram um período maior de 12 meses de duração das disfluências em relação às crianças que apresentaram de seis a 12 meses de duração. A maioria apresentou algum fator estressante emocional e não apresentou fator estressante físico. CONCLUSÃO: Os resultados sugerem que crianças com recorrência familial da gagueira no gênero masculino, na faixa etária de três anos, com presença de disfluências gagas por mais de 12 meses e com ocorrência de fatores estressantes emocionais são as que apresentam maior risco para o desenvolvimento da gagueira persistente. (AU)

Processo FAPESP: 09/09631-8 - Fatores de risco para gagueira: análise qualitativa em crianças disfluentes com recorrência familial
Beneficiário:Ana Cláudia dos Santos
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Iniciação Científica