| Texto completo | |
| Autor(es): |
Larissa Cavichioli Mendes Ferreira
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Amanda Costa Araujo
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Crystian Bitencourt Soares de Oliveira
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Fabrício José Jassi
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Vinicius Cunha Oliveira
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Rúben de Faria Negrão Filho
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Número total de Autores: 6
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| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Departamento de Fisioterapia - Brasil
[2] Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Departamento de Fisioterapia - Brasil
[3] Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Departamento de Fisioterapia - Brasil
[4] Universidade Estadual do Norte do Paraná. Departamento de Fisioterapia - Brasil
[5] Universidade Federal de Minas Gerais. Departamento de Fisioterapia - Brasil
[6] Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Departamento de Fisioterapia - Brasil
Número total de Afiliações: 6
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| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Fisioter. Pesqui.; v. 23, n. 1, p. 45-51, 2016-03-00. |
| Resumo | |
RESUMO Este estudo investigou a associação entre testes clínicos, desfechos clínicos e risco prognóstico de pacientes com dor lombar crônica não específica. Para esta pesquisa, 20 pacientes, maiores de 18 anos, foram selecionados por conveniência e submetidos à avaliação dos desfechos clínicos por meio de Escala numérica de dor e Questionário de incapacidade. Para classificação de risco prognóstico utilizou-se o questionário STarT Back, e para avaliar o recrutamento do músculo transverso do abdome foram utilizados os seguintes testes clínicos: Escala de classificação clínica (ECC); e medida da espessura dos músculos do abdome por meio de imagens ultrassonográficas (MEM-US). Os testes foram realizados em um único dia por avaliador treinado, e a ordem dos testes foi aleatória. Os coeficientes de correlação de Pearson (r) e Spearman (rS) foram utilizados para investigar a associação. Os resultados mostraram que as associações entre o risco prognóstico de dor lombar com os desfechos clínicos, dor e incapacidade foram moderadas (r=0,68 e r=0,57, respectivamente). Para ECC, as associações com incapacidade e risco prognóstico foram consideradas razoáveis (r=-0,34 e r=-0,36, respectivamente). Não houve associações com a MEM-US. Na amostra de baixo risco prognóstico, a relação do ECC com a incapacidade foi considerada moderada para boa, enquanto para dor a correlação foi razoável (rS=-0,62 e rS=-0,24, respectivamente). Concluímos que existe associação entre ECC com desfechos clínicos e risco prognóstico, e a estratificação, segundo o risco prognóstico, aumenta a relação observada. Futuros estudos devem ser conduzidos com novas medidas para avaliação do recrutamento muscular abdominal com amostras maiores. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 13/06498-0 - Avaliação clínica do comportamento do músculo transverso abdominal na dor lombar crônica não específica |
| Beneficiário: | Larissa Cavichioli Mendes Ferreira |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |