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(Referência obtida automaticamente do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores.)

A ICONOGRAFIA LINEAR DA EVOLUÇÃO NA PERSPECTIVA DE DOCENTES QUE ATUAM NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Texto completo
Autor(es):
PATRÍCIA DA SILVA SANTOS [1] ; ADRIANA PUGLIESE [2] ; CHARLES MORPHY D. SANTOS [3]
Número total de Autores: 3
Afiliação do(s) autor(es):
[1] Rede Municipal de São Paulo - Brasil
[2] Universidade Federal do ABC - Brasil
[3] Universidade Federal do ABC - Brasil
Número total de Afiliações: 3
Tipo de documento: Artigo Científico
Fonte: Ens. Pesqui. Educ. Ciênc. (Belo Horizonte); v. 21, 2019-11-04.
Resumo

RESUMO: A marcha dos hominídeos tem influenciado fortemente a percepção das pessoas sobre a teoria evolutiva. Nesse artigo, analisamos se tal representação da evolução afeta a percepção dos educadores sobre Biologia e Ensino de Ciências. Através de uma pesquisa qualitativa, com a participação de professores de uma escola da periferia de São Paulo, notamos a falta de conhecimento aprofundado sobre a teoria evolutiva, suas representações iconográficas e a importância do conceito evolutivo de ancestralidade comum. Analisando as respostas de professores das Ciências Naturais e de outras áreas, percebe-se que uma abordagem interdisciplinar pouco se faz presente, afastando os educadores de um entendimento mais amplo sobre o contexto histórico das teorias científicas. A marcha do progresso parece ajudar a perpetuar a ideia da inexorabilidade do “progresso biológico”, com o homem branco como estágio superior da evolução. Grande parte dos docentes parece basear sua percepção sobre ciência em noções de senso comum. (AU)