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(Referência obtida automaticamente do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores.)

Línguas de Sinais como Línguas de Interlocução: o Lugar das Atividades Comunicativas no Contexto Escolar1

Texto completo
Autor(es):
Cristina Broglia Feitosa de LACERDA ; Marta GRÀCIA ; Maria Josep JARQUE
Número total de Autores: 3
Tipo de documento: Artigo Científico
Fonte: Rev. bras. educ. espec.; v. 26, n. 2, p. 299-312, Jun. 2020.
Resumo

RESUMO: O desenvolvimento escolar do aluno surdo depende de seu domínio de uma língua de sinais. Todavia, uma língua de sinais não é cotidianamente desenvolvida no ambiente familiar; assim, esse domínio precisa ser alcançado no espaço escolar, no qual se espera que o aluno surdo tenha pares em sua língua e possa interagir por meio dela. Contudo, o ambiente escolar tem pouca tradição de trabalhar com o desenvolvimento de língua oral/língua de sinais, focalizando atividades com língua escrita como meta. Sobre o aluno surdo, pouco se discute acerca do desenvolvimento da língua de sinais no espaço escolar. O professor bilíngue foca seu trabalho no ensino da língua majoritária como segunda língua na modalidade escrita, trabalhando com a língua de sinais, sem uma proposta clara de desenvolvimento dessa língua. Debates sobre práticas para aprimoramento da oralidade para o desenvolvimento do sujeito ouvinte indicaram a oportunidade de refletir sobre esses aspectos em relação aos alunos surdos. O foco deste artigo está, então, no debate desse tema, visando a formação de professores para aprimoramento dos usos da língua de sinais no espaço escolar. (AU)

Processo FAPESP: 16/13276-2 - Adaptação de uma escala de avaliação de interlocução no espaço escolar para o contexto da educação bilíngue de surdos
Beneficiário:Cristina Broglia Feitosa de Lacerda
Linha de fomento: Bolsas no Exterior - Pesquisa