Busca avançada
Ano de início
Entree


Região agrícola competitiva e logística no oeste baiano

Texto completo
Autor(es):
Clayton Gomes Ilario
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Instituição: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Geociências
Data de defesa:
Membros da banca:
Regina Célia Bega dos Santos; Samuel Ribeiro Giodano
Orientador: Ricardo Abid Castillo
Resumo

Objetiva-se nesse estudo analisar a região agrícola do Oeste da Bahia, porção do Cerrado incorporada às fronteiras agrícolas modernas, através de três aspectos principais: (1) a produção agrícola e agroindustrial, em bases modernas e especializadas, incluindo aspectos do circuito espacial dos principais produtos, particularmente soja, milho e algodão herbáceo; (2) a circulação, expressa no desenvolvimento de um sistema logístico de armazenamento e movimentação; e (3) a constituição de um ambiente normativo e regulatório, de âmbito federal (Agências Reguladoras, Planos e Programa Federais de investimentos e concessões de serviços públicos a empresas privadas), estadual (incentivos para atrair produtores e grandes empresas do agronegócio) e privado (associações setoriais). A partir da análise das fronteiras agrícolas em áreas do Cerrado, em especial no Oeste Baiano, propomos uma discussão dos conceitos de região competitiva e logística, compreendidos como novas formas regionais inseridas no atual período da globalização e sua correspondente forma de circulação corporativa, identificando quais são os principais agentes envolvidos (sobretudo o Estado e grandes empresas) na produção e circulação de commodities agrícolas. O recorte espacial analisado abrange os municípios de São Desidério, Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, localizados no Oeste Baiano, por apresentarem maiores atributos de competitividade em relação aos outros municípios da região. Dessa forma, essa pesquisa propõe um estudo sobre a organização, o uso e a regulação do território através da análise do Oeste Baiano como região competitiva, além de considerar as demandas logísticas da produção e movimento de commodities (sobretudo soja, milho e algodão herbáceo) e suas implicações para o planejamento territorial (AU)