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Supressão das emissões otoacústicas em neonatos com risco para perda auditiva

Texto completo
Autor(es):
Paula Maria Faria Martins
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Instituição: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Faculdade de Ciências Médicas
Data de defesa:
Membros da banca:
Alessandra Spada Durante; Christiane Marques do Couto
Orientador: Maria Francisca Colella dos Santos
Resumo

Introdução: Estudos mostram que há diferenças nos valores de supressão das emissões otoacústicas se comparados os grupos de neonatos sem riscos para perdas auditivas e os que apresentavam algum risco. A função do sistema olivococlear medial, medida pela supressão das emissões otoacústicas transientes, pode indicar uma função inibitória auditiva reduzida nos lactentes com indicadores de risco para perdas auditivas. Objetivo: Verificar a atividade do sistema auditivo eferente em neonatos que apresentam indicadores de risco para perda auditiva retrococlear, por meio da pesquisa da supressão das emissões otoacústicas transientes. Método: Pesquisa da supressão das emissões otoacústicas transientes realizada por meio do analisador de emissões cocleares ILO V6 - OTODYNAMICS -292 USB, acoplado a um computador e a sondas para supressão contralateral. Participaram da pesquisa 109 neonatos que foram reunidos em três grupos. GI, formado por 42 neonatos que apresentam indicador de risco para perda auditiva retrococlear, GII por 17 neonatos que apresentam indicadores de risco não relacionados com acometimentos retrococleares e GIII por 50 neonatos sem indicadores de risco para perda auditiva. O delineamento deste estudo foi o de corte transversal. Resultados: Encontramos valores médios de supressão das emissões otoacústicas transientes maiores no grupo GII, seguido dos grupos GI e GIII. Observamos que os maiores valores encontrados são dos grupos sem indicadores de risco para perdas auditivas retrococleares, porém não houve diferença estatisticamente significante. Conclusões: O ruído branco apresentado contralateralmente reduziu o nível de resposta das emissões otoacústicas transiente, demonstrando a participação do sistema eferente medial no efeito de supressão. O indicador de risco para perda auditiva retrococlear não foi fator relevante na pesquisa da supressão das emissões otoacústicas transientes em neonatos (AU)