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Autoeficácia de professores para utilizarem tecnologias de informática no ensino

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Autor(es):
Cacilda Encarnação Augusto Alvarenga
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Instituição: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Faculdade de Educação
Data de defesa:
Membros da banca:
Anita Liberalesso Neri; Dirceu da Silva; Maria Cristina Rodrigues Azevedo Joly; Tania Maria Santana de Rose; José Armando Valente; Roberto Tadeu Iaochite; Sylvia Helena Souza da Silva Batista
Orientador: Roberta Gurgel Azzi
Resumo

O presente estudo teve como objetivos identificar, descrever e analisar: o nível da crença de autoeficácia computacional docente de professores de Ensino Médio; as fontes que os professores mais conseguem perceber que contribuem para a constituição da sua crença; as variáveis pessoais ou contextuais que apresentam relações mais significantes com essa crença; e o perfil do professor com crença de autoeficácia computacional docente mais elevada. Participaram do estudo 253 professores de Ensino Médio de 27 escolas públicas do município de Campinas-SP. A coleta dos dados realizou-se presencialmente nas escolas e envolveu que os participantes respondessem a um questionário de caracterização do participante e a duas escalas do tipo Likert, voltadas para investigar a auto-eficácia computacional docente e suas fontes. Os dados foram estatisticamente analisados utilizando-se de técnicas descritivas e inferenciais. Os resultados apontaram que os professores da amostra apresentam em média uma crença de autoeficácia computacional docente considerada moderada. A experiência vicária foi a fonte que os professores mais perceberam como constituinte da sua crença de autoeficácia para usar tecnologias no ensino, seguida da persuasão social e da experiência direta. Identificaram-se relações significantes entre o construto investigado e variáveis pessoais e contextuais, confirmando-se, portanto, a importância de investigá-las para compreender a crença de autoeficácia computacional docente. Contata-se que o professor com crença mais elevada é o que percebe que tem mais habilidade para usar o computador e se sente mais preparado e motivado para ensinar com tecnologias. O acesso às tecnologias e programas de formação de professores para o seu uso didático podem contribuir para que se sintam com mais habilidade e preparação. Para que se sintam mais motivados, compreende-se que é preciso também repensar as condições oferecidas para o trabalho docente. (AU)