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(Referência obtida automaticamente do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores.)

Influência da taxa de resfriamento na corrosão em aço inoxidável fundido

Texto completo
Autor(es):
N.A. Mariano ; J.P. Murolo ; V.F. Pereira ; A.S.N. Pallone ; M.A.G. Tommaselli
Número total de Autores: 5
Tipo de documento: Artigo Científico
Fonte: MATERIA-RIO DE JANEIRO; v. 13, n. 2, p. 322-328, Jun. 2008.
Resumo

As indústrias de extração de petróleo e produção de gás têm utilizado de forma crescente os aços inoxidáveis, por serem ligas que combinam boa propriedade mecânica a resistência à corrosão e são economicamente viáveis, para aplicações em linha de escoamento onshore e offshore. Estes materiais geralmente exibem excelente resistência à corrosão, tenacidade e soldabilidade. Entretanto, de todos os tipos de corrosão, a corrosão de localizada por pite é o processo mais difícil de controlar. O presente trabalho estuda o efeito da taxa de resfriamento na corrosão dos aços inoxidáveis martensíticos 13Cr-4Ni-0,02C e 13Cr-2Ni-0,1C. Foi observado que o aumento da taxa de resfriamento levou a formação de uma microestrutura refinada e com estruturas dendríticas. A taxa de corrosão foi determinada por ensaio de imersão e foi observado que quanto maior a taxa de resfriamento, maior a taxa de corrosão para os aços estudados. A densidade de pite, profundidade de pite e taxa de corrosão foram maiores para o aço 13Cr-2Ni-0,1C. Isto se deve por apresentar uma microestrutura mais refinada e maior quantidade de estruturas dendríticas, que podem atuar como sítios nucleantes no processo de corrosão. (AU)

Processo FAPESP: 02/04827-2 - Estudo do efeito da taxa de solidificacao na resistencia a corrosao de aco inoxidavel martensitico em meio marinho.
Beneficiário:Neide Aparecida Mariano
Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa - Regular