Resumo
A demonstração, relativamente recente, de que é comum a má resposta ao tratamento antiplaquetário, e de que esses pacientes apresentam pior prognóstico quando submetidosà angioplastia coronária, juntamente com o desenvolvimento de novos equipamentos quepermitem avaliar a agregabilidade plaquetária de forma fidedigna e relativamente simples, levaram a um aumento exponencial no interesse científico relativo ao tema, como atestam as publicações crescentes sobre o assunto (apenas no PubMed, 358 na década 1970-79, 8218 na década 2000-09). Entretanto, como costuma acontecer com temas emergentes, apesar da grande quantidade de conhecimento produzido, seguramente existe hoje muito mais perguntas do que respostas. O presente projeto pretende contribuir para um melhor entendimento sobre o assunto, procurando respostas para uma série de indagações fisiopatológicas que hoje permeiam a literatura, como: A agregabilidade plaquetária é diferente entre pacientes com ateromatose coronária inicial diagnosticada por angiotomografia e aqueles com coronárias normais?; Qual a influência da função renal na ação antiplaquetária do clopidogrel e do ticagrelor?; O uso de hipoglicemiante da classe de inbidores da DPP4 influencia a agregabilidade plaquetária em pacientes com coronariopatia aguda?; A avaliação da agregação plaquetária pode levar à melhor utilização de técnicas de hemostasia em extrações dentárias?; Quais resultados seriam obtidos quando da comparação do prasugrel e do ticagrelor em uma mesma população, e qual a correlação entre eles e a adenosina circulante?; Qual a influência do treinamento físico na agregabilidade plaquetária e atividade simpática em pacientes com infarto agudo do miocárdio? (AU)
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