| Processo: | 13/12682-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 15 de novembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Silvya Stuchi Maria-Engler |
| Beneficiário: | Tatiana Do Nascimento Pedrosa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/23938-0 - Desenvolvimento e caracterização de modelo de dermatite atópica in vitro, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Imunossupressão Pele artificial Raios ultravioleta Neoplasias cutâneas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | avaliação de risco | Imunossupressão | Pele artificial | Radiação ultravioleta | sensibilização | testes in vitro | fisiopatologia |
Resumo Os efeitos imunossupressores da radiação solar ultravioleta (UV), especialmente UVB (290-320 nm), são bem conhecidos. Estudos realizados em sua maioria in vivo tem demonstrado efeitos imunossupressores da RUV não somente locais mas também sistêmicos, dentre os efeitos locais mais evidentes temos a anulação da hipersensibilidade de contato. Estudos também tem demonstrado que a imunossupressão causada pela RUV é um fator de risco para o desenvolvimento de câncer de pele. Atualmente, diversos ensaios empregando animais são utilizados para avaliação de efeitos imunotóxicos como a imunossupressão e sensibilização. No entanto, esses ensaios lidam com diversas questões secundárias como, custos, questões éticas e relevância para a avaliação de risco humano. Somado a isso, há uma ideia crescente de que abordagens in vitro podem eliminar estes problemas sem prejuízos a segurança dos seres humanos. Para o sucesso de um teste in vitro na substituição de um teste em animal, este deve ser capaz de gerar dados comparáveis aos dos modelos in vivo disponíveis, gerando dados precisos, confiáveis e robustos. Estes testes devem retomar as complexas interações de uma substância química com os diferentes compartimentos do sistema imune: O composto químico deve penetrar na pele e reagir com as proteínas endógenas. A principal limitação dos modelos in vitro existentes é que não há peles ou equivalentes epidérmicos imunocompetentes comercialmente disponíveis e poucos encontram-se em desenvolvimento. Apesar dos problemas éticos e pressão política e da sociedade, a utilização de testes in vitro ainda não é uma realidade no Brasil. Assim, a realização desse projeto através da incorporação de células imunes à plataforma de pele artificial já desenvolvida em nosso laboratório será de grande importância para as indústrias cosméticas e de medicamentos brasileiras, já que os modelos produzidos no exterior validados pela ECVAM são de difícil acesso no Brasil por questões logísticas e, sobretudo alfandegárias. Tal modelo atenderia a questões humanitárias, agregando valor e permitindo a entrada de nossos produtos no mercado europeu, além de ter grande valor para pesquisas acadêmicas pois esse equivalente de pele imunocompetente poderá ser utilizado em pesquisas objetivando investigar o microambiente epiderme/células dendríticas no processo de irritação e imunossupressão da pele. (AU) | |
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