| Processo: | 13/02115-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia |
| Pesquisador responsável: | Soraia Katia Pereira Costa |
| Beneficiário: | Juliana Florenzano Martorelli |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Estresse oxidativo Poluição ambiental Naftoquinonas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | camundongos neonatos | Estresse oxidativo | Fibras sensoriais | inflamação pulmonar | Poluição Ambiental | Trpa1 | Inflamação alérgica pulmonar |
Resumo Resultados prévios do grupo mostram que a exposição precoce ao poluente 1,2-naftoquinona (1,2-NQ) aumenta a susceptibilidade à inflamação alérgica pulmonar em camundongos machos jovens, mas não em camundongos fêmeas, possivelmente via desequilíbrio entre a geração de compostos oxidantes e a atuação dos sistemas de defesa antioxidante, além da ativação de fibras sensoriais do tipo C em vias aéreas de ratos. Por seu turno, evidências recentes mostram que o receptor /canal de potencial transiente anquirina do tipo 1 (TRPA1), expresso em neurônios aferentes primário (fibras sensoriais do tipo C), que inervam as vias aéreas, representa potencial alvo de poluentes ambientais e espécies reativas de oxigênio ou nitrogênio (EROS/ERNS) oriundas destes. Todavia, ainda pouco se sabe sobre a natureza dos poluentes capazes de atuar via TRPA1, e tampouco os mecanismos de sinalização celular mediada pela interação (direta ou indireta) desses poluentes. Assim, neste projeto propomos investigar: 1) a participação dos TRPA1 (ou produtos oxidantes formados) na exacerbação da inflamação alérgica pulmonar em camundongos jovens expostos ao poluente 1,2-NQ na fase neonatal; 2) a intensidade do dano pulmonar ao impacto da 1,2-NQ, via análise da expressão (RNAm ou proteica) e/ou atividade das defesas antioxidantes (Nrf2, SOD, catalase, GPx, GR e GST) e marcadores de estresse oxidativo (DHE) nas vias aéreas e tecidos hematopiéticos (ex.: baço) e, 3) avaliar a mobilização de Ca2+ intracelular em neurônios isolados do gânglio da raiz dorsal frente à 1,2-NQ e agonistas de TRPs. Para isto, camundongos neonatos serão expostos à nebulização do 1,2-NQ ou respectivo veículo. Na fase juvenil, esses animais serão sensibilizados e desafiados com a ovalbumina (OVA) e os ensaios funcionais e bioquímicos (in vivo e in vitro) serão realizados de acordo com os estudos anteriores do grupo e técnicas já padronizadas pelo grupo ou outros autores. (AU) | |
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