| Processo: | 16/09561-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Bruni Cardoso |
| Beneficiário: | Antonio Carlos Manucci Pereira Júnior |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/10492-0 - Hippo-YAP como uma via de convergência dos sinais bioquímicos e mecânicos provenientes da matriz extracelular durante a morfogênese da glândula mamária e a progressão do câncer de mama, AP.JP |
| Assunto(s): | Glândulas mamárias Matriz extracelular Transdução de sinais Membrana basal Células epiteliais Espectrometria de massas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | diferenciação | Espectrometria de massas | Glândula mamária | matriz extracelular | membrana basal | Yap | Sinalização Celular |
Resumo A sinalização da matriz extracelular (MEC) é essencial para a determinação do destino e comportamento de células epiteliais na morfogênese e na biologia da glândula mamária. Entretanto, pouco é conhecido sobre os mecanismos moleculares que regulam esse processo. A via Hippo, uma cascata que participa da regulação de diversos comportamentos celulares, incluindo o tamanho de órgãos, parece ser uma importante candidata a mediadora dessa sinalização. Nosso laboratório explora a hipótese de que Hippo esteja envolvida em processos cruciais do desenvolvimento e biologia da glândula mamária e possa intermediar os sinais da MEC que regulam esses processos. Resultados preliminares do laboratório indicam que a arquitetura tecidual e a membrana basal, componente da MEC de epitélios e outros tecidos, influenciam a localização, concentração e atividade de YAP, uma proteína efetora da via Hippo, nas células epiteliais mamárias. Neste contexto, o objetivo desta proposta é identificar as proteínas que interagem com YAP nas células epiteliais da glândula mamária em resposta à membrana basal. Para atingir esse objetivo, utilizaremos a técnica de BioID (proximity-dependent bionin identification) seguida de análise por espectrometria de massas. A expectativa é que a identificação de parceiros moleculares de YAP em células epiteliais revele uma rede de interações que ajude a compreender os mecanismos da sinalização da MEC na morfogênese e homeostase da glândula mamária. | |
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